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Opinião
Sábado - 26 de Junho de 2010 às 09:41
Por: João Negrão

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Em 26 anos de profissão e a participação ou cobertura de sete eleições majoritárias – desde 1982, a primeira eleição para governador depois o golpe militar – nunca assisti a um massacre tão intenso de outras forças políticas contra adversários.

Todas as movimentações, dentro e fora dos bastidores, que os alinhados das candidaturas de Silval Barbosa e de Wilson Santos vêm fazendo contra as candidaturas de Mauro Mendes e Pedro Taques, não têm precedentes na história política de Mato Grosso.

As declarações de lideranças dos dois grupos contrários aos candidatos do Movimento Mato Grosso Muito Mais mostram que há uma preocupação alucinada com as duas candidaturas. Articulistas alinhados não medem esforços – inclusive recorrendo a um de nossos maiores poetas - para ridicularizar, insultar e desvalorizar os candidatos.

Sem falar nos meios nada republicanos com os quais se lançam, especialmente os barbosistas, sobre militantes vacilantes e frágeis de partidos do Movimento Mato Grosso Muito Mais. O que está acontecendo no PDT é um emblema disso.

Mas porque decorre? Por que se move com tanta fúria a sanha dos alinhados ao candidato do Palácio Paiaguás contra Mauro Mendes e Pedro Taques?

O ditado já anda pra lá de batido, mas cabe qual uma luva nessa situação: ninguém bate em cachorro morto. Em suma, se as candidaturas de Mauro Mendes e Pedro Taques fossem tão ruins, frágeis e insignificantes como tentam propalar os barbosistas, não estariam sofrendo tão pesados ataques.

A sabotagem à chamada terceira via existe justamente porque ela é uma opção de peso no atual cenário político-eleitoral. Simples assim – com perdão desse clichê que já está se tornando surrado.


*João Negrão
é jornalista em Cuiabá.



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