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Opinião
Quinta - 27 de Setembro de 2018 às 11:37
Por: Marcelo Augusto Portocarrero

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Um certo canal de televisão está colocando no ar uma campanha que de tão descabida só pode se prestar a segundas intenções. Ela tem a pretensão de tratar de respeito.

Apresentam, para tanto, atores e outros colaboradores contratados pelo tal canal de televisão, onde todos aparecem clamando por respeito.

Quanta pretensão!

Em típico caso de inversão de valores, melhor dizendo, inversão de vítimas, aquelas inserções chegam a beirar o ridículo.

Nelas, mais uma vez tentam construir a vitimização do agressor que nos impõe histórias, programas e filmes de ficção com valores sociais invertidos, Ações típicas daqueles que pretendem disciminar seu nefasto modelo de vida explorando a inocencia de boa parte da audiência.

Para eles quem agride são aqueles que não aceitam suas idéias e procedimentos inadequados. Para isso, transvestem de liberdades aquilo que conhecemos com libertinagens.

São eles que agridem nossas famílias com enredos pervertidos de famílias desestruturadas afetiva e socialmente. São eles que agem como se aqueles desajustes fossem regras e não exceções como se aquelas cenas traduzissem a realidade de nossos lares ou seja, pretendem nos fazer acreditar que vivemos em uma quase permanente pornochanchada.

Na verdade, estão apelando para o inverossímil, uma vez que muitos de nós já perceberam que aquelas cenas tentam confundir realidade em que vivem com a pacífica vida dos cidadãos comuns.

Afinal, quem retrata mentiras extemporâneas?
– Certamente não somos nós os telespectadores


Marcelo Augusto Portocarrero é Engenheiro Civil/UFMT.



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