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Opinião
Quarta - 07 de Março de 2012 às 15:08
Por: Sandro Ap. Arquejada

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Última obra da criação divina, a mulher é a primeira na arte de compreender e amar. A força feminina está estampada nos ensinamentos de vida e nos exemplos de superação de mães, tias, avós, amigas, vizinhas cujos testemunhos de vida e de fé são fonte de inspiração, que podemos relembrar e celebrar neste Dia Internacional da Mulher.

Nossa sociedade ainda sofre muito com a discriminação baseada no sexo (sexismo).Os extremos podem prejudicar toda a busca do ser humano em direção à identidade e realização verdadeira de cada um. Competição entre homens e mulheres, comparações e principalmente violência, não constroem e nem trazem a realização para ninguém.

A Igreja ensina que a realização do ser, seja ele feminino ou masculino, está em lapidar as características específicas do gênero. Assim, quando homem e mulher encontram-se prontos para um relacionamento, a união é de complementaridade, de harmonia. Por esse mesmo motivo que a mulher será cada vez mais plena e realizada sendo feminina, cultivando a sua sensibilidade, perceptividade e capacidade de amar. A mulher lê nas entrelinhas dos fatos, devolvendo-os sob a ótica do amor muito mais facilmente. Este é o verdadeiro alicerce de suas vitórias e sua característica mais marcante.

Assim, ela faz seus argumentos desabrochem em atitudes de amor. Na família, com o marido, namorado, pai, chefe, colega de trabalho. A mulher mantém o propósito de ensinar os homens a lição de que amor sempre vence. A sensibilidade, percepção e carinho, ao modo feminino, desperta a consciência dos homens, mostrando-lhes que as coisas podem ser realizadas de forma diferente. Aqueles que têm o incentivo de uma mulher vão mais longe.

Na Sagrada Escritura, temos muitos exemplos de mulheres que lutaram, venceram e, assim, transformaram a vida de homens pela amabilidade do seu coração. Um exemplo é Suzana, acusada injustamente de adultério, não cedeu aos desejos dos impostores. Foi presa e quase executada. Suzana foi salva porque proclamou a sua inocência e fidelidade a Deus e ao marido até as últimas conseqüências.

Também há Rute, que foi uma mulher que decidiu ter Deus em sua vida como Senhor mesmo tendo a oportunidade de escolher entre Ele e sua família. Viúva e sozinha, ela decidiu não desamparar a sua sogra Noemi, por isso conheceu aquele que tinha direito de resgatá-la e ser seu futuro esposo. Rute era jovem, devotada à sua família, decidida e feliz por ajudar a sua sogra.

 Já Ester, rainha de Assuero, rei que foi induzido a exterminar o povo judeu do qual ela fazia parte. Essa personagem, por sua conduta agradável ao esposo, convenceu-o de que isso seria injusto. E, finalmente, Maria! A esposa de São José e mãe de Jesus é o maior exemplo de disponibilidade ao plano de Deus. Ela foi companheira, amiga, mãe e é nossa intercessora junto a Deus. Sua conduta foi determinante no plano de salvação para os homens e é espelho para toda mulher.

Parabéns, mulher, pelo seu dia!

Deus as abençoe.

* Sandro Arquejada é missionário da comunidade Canção Nova. Trabalha no Departamento de Dramaturgia da Fundação João Paulo II.



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