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Opinião
Quarta - 24 de Abril de 2019 às 08:15
Por: Faissal Calil

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Um dia escrevi “O Rio Cuiabá pede socorro" e hoje escrevo: todo o vale do Cuiabá pede socorro.

Como deputado estadual, assumi o compromisso moral de empregar toda minha energia em prol do bem estar do povo mato-grossense. Enxergo o desenvolvimento, em termos quantitativos e qualificativos, como a mola mestra do empoderamento rural e o principal vetor para a erradicação da fome e da pobreza.

Início minha ação por instalar a frente parlamentar para o desenvolvimento do Vale do Rio Cuiabá. Outras regiões serão contempladas, às quais me referirei em futuro breve.

O cenário é preocupante. Apresenta baixo IDH, um contingente significativo de jovens na faixa de 15 a 29 anos (cerca de 100.000) fora da escola, sem trabalho ou profissão. Este fato leva ao desespero e à insegurança. Paradoxalmente, a área possui um potencial considerável.

Claro que será necessário investimento. Entretanto, a organização de pessoas colaborando e se associando de acordo com seus interesses comuns incorre em rápida ascensão do nível de vida e do movimento da economia interna, gerando, inclusive, recursos públicos. Este novo panorama permite retorno do capital em curto prazo através das novas arrecadações.

O trabalho é científico com resultados gratificantes em outras regiões brasileiras. A Frente Parlamentar incorpora parcerias com o SEBRAE e o Núcleo Ambiental da ALMT. Outras surgirão como o Ministério da Agricultura e a Organização das Nações para a Agricultura (FAO). Depende apenas do empenho conjuminado com o poder constituído. Estimo o ciclo completo em quatro anos, iniciando pela instrução de líderes, indo até a internacionalização.

Evidentemente sem esquecer as palavras do ambientalista Carlos Moraes Queiroz: "Não podemos pensar em desenvolvimento econômico, reduzir as desigualdades sociais e em qualidade de vida, sem discutirmos o meio ambiente". Portanto, as lides da FP incorporam a preservação dos recursos naturais, visando, até, à recuperação da navegabilidade na bacia do Rio Cuiabá.

Estamos atrasados, mas, se temos que caminhar 300 km, vamos dar o primeiro passo.



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