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Opinião
Quinta - 05 de Março de 2020 às 10:07
Por: Neuzete Gomes Freires Castilho

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Quem tem um filho que mora longe sabe como a saudade doí diariamente. No pensamento ficam as perguntas: “Como está? Será que comeu? Está dormindo bem? Não ficou doente? Está gostando do curso, da casa, está em boas companhias?”.

Enquanto alguns genitores vivem essa circunstância devido a distância, outros pais negligenciam a presença dos filhos na mesma residência, e esquecem de fazer perguntas simples como as do parágrafo acima.

Não raro, a solidão tem tomado conta de casas cheias, famílias se dissolvem por falta de atenção, conversas e demonstrações de afeto.

Até em locais públicos notamos a frieza nos relacionamentos, pais, mães e filhos em restaurantes totalmente voltados aos aparelhos celulares. Atitude que transforma o mundo digital mais atraente do que o real, e aí está o perigo.

Acompanhamos alguns casos de jogos suicidas, que ceifaram a vida de crianças e adolescentes. E a pornografia? Com um clique, a criança pode acessar os conteúdos mais obscenos e ter sua mente tomada por conteúdos nocivos para o seu desenvolvimento.

E de forma mais sucinta, e não menos perigosa, você pai e mãe, já reparou quem é o artista favorito do seu filho? Músicas com a apologia as drogas, ao sexo, a monogamia. É como se o ladrão estivesse entre vocês, porém a presença dele só será notada quando você prestar atenção em seu filho, observar as suas companhias, comportamento, e principalmente, lhe der todo o amor possível.

Aproveite este início de ano e estabeleça como meta ter um tempo de qualidade com a sua família, pois este é o bem mais precioso que o ser humano pode ter. E o melhor remédio para prevenir a solidão, a tristeza, separação e rebeldia.

Neuzete Gomes Freires Castilho é formada em pedagogia, pós-graduada em psicopedagogia e gestão escolar. É diretora na Escola Adventista Centro América. E-mail: diretoria.eaca@gmail.com



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