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Opinião
Quarta - 18 de Março de 2020 às 14:09
Por: Licio Antonio Malheiros

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O mundo vive uma pandemia viral; é quando ocorre uma doença que se espalha por uma grande quantidade de regiões no globo, ou seja, ela não está restrita a apenas uma localidade, estando presente em uma grande área geográfica, podendo espalhar-se rapidamente e causar a contaminação de milhares de pessoas.

É lamentável e preocupante a propagação desse vírus maldito, que se propaga de forma intensa e com rapidez que chega a assustar, o que é pior, podendo levar a morte milhões de pessoas infectadas.

O que vou dizer, já é a réplica da treplica, ou seja, isto, já foi dito exaustivamente, em muitos jornais impressos, telejornais e por ai vai.

Porém para aqueles desavisados ou incrédulos, esta explicação se faz necessária. O coronavíruus é de uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19, após casos registrados na China.

O mesmo provoca a doença chamada de coronavírus (COOs primeiros cononavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa, VID-10).

Vamos ser realistas e objetivos, esta pandemia afeta o mundo como um todo, como todos sabemos, o epicentro dessa maldita doença vem da China, porém a mesma anunciou recentemente, que o pico de casos de COVID-19 já passou.

E como irão ficar os países do terceiro mundo, e os chamados em desenvolvimento, no qual colocamos o Brasil, mal teve início a essa doença letal; o Ministério da Saúde admite a falta de testes para confirmação do coronavírus, no Brasil e no mundo, isso é realmente preocupante.

Como resposta à demanda a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entregou 5,5 mil testes e promete 40 mil extras em abril, além dos outros 30 mil já disponibilizados no início deste mês.

Segundo informes, Cuiabá já está com falta desse importante material para detecção do vírus, esperamos que não seja verdade, sem falar, no grande número de casos de pessoas que estão apenas gripados, por precaução e medo correm aos postos de saúde e hospitais, para saber se contraíram ou não esse maldito vírus.

Esse maldito vírus; chegou até nós, para que entendêssemos de uma vez por todas; não é pelo fato de termos sidos criados imagem e semelhança de Deus, que estaríamos insetos do acometimento do mesmo, independentemente de sermos: ricos ou pobres, negros ou brancos, feios ou bonitos e por ai vai.

Infelizmente, talvez seja esta doença a mais democrática do mundo, pois a mesma, não escolhe classe social, poderio econômico, luxuria, ou até mesmo, elevado poder cognitivo.

A mesma atinge de General da República a Gari, portanto, atinge a todos indistintamente, mostrando a cada um de nós que somos reles mortais, e que, o poder, a soberba, a vaidade o orgulho, a arrogância e a prepotência sucumbem quando qualquer um de nós a contraiamos.

A letalidade desta doença (Covid-19) coloca-nos, em um mesmo patamar, vindo mostrar, que os pais deveriam ficar mais com seus filhos e familiares, que o trabalho em nossas vidas deixasse de ser prioridade, assim como as viagens de trabalho.

Com a chegada dessa maldita doença, começamos enxergar a importância da família dos amigos, além de um grande número de pessoas legais que estão à nossa volta e não conseguimos vê-las; tomados pelo egoísmo exacerbado, pela prepotência de um cargo que ocupamos, ou, por temos adquirido um bem material, que viesse a nos colocar na condição de seres humanos melhores, lego engano, quando chega uma praga dessas é que entendemos, que não somos nada, e que acima de nós existe um ser superior chamado Deus.

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo



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