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Opinião
Terça - 19 de Maio de 2020 às 05:54
Por: Licio Antonio Malheiros

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Em tempos de pandemia, o mundo se curvando diante de um vírus extremamente letal e de difícil contenção, por apresentar processo de mutação inimaginável. O governo federal, através do grande presidente da República Jair Messias Bolsonaro, que, além de estar lutando conta esse vírus maldito, luta também, contra parte da imprensa televisiva mais precisamente a “toda poderosa”; que se aproveitando desse artifício, em conluio com 5 governadores de Estado, que também querem a sua derrocada, estão tentando de todas as formas desconstruir o seu governo.

Neste momento de pandemia, além de o Governo Federal, a iniciativa privada, através das indústrias, mesmo sentindo na pele os reflexos do fechamento de algumas delas, em função de medidas adotadas por alguns governadores e prefeitos, que determinaram o lockdown; complicando ainda mas a vida das pessoas, mesmo assim, elas ainda estão ajudando a população que mais necessitam.

Na contramão da história, o governador do Estado de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), envia para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, no último sábado (10), na calada da noite, em sessão extraordinária, pedindo aumento de salários e instituição de verba indenizatória para alguns servidores.

Caso fosse aprovado o projeto original, os salários de presidentes de autarquias e de fundações iriam dobrar, a mesma proposta trazia em seu bojo, a criação de verba indenizatória para servidores do gabinete do governador, da Casa Civil, e da PGE, felizmente num primeiro momento foi tirado de pauta.

Porém, existe um ditado popular “água mole em pedra dura tanto bate até que fura” e foi assim, o governo do estado não satisfeito, reenviou o projeto com pequenas alterações, à Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que na quarta-feira (13), não foi possível votar em primeira sessão.

Na quinta-feira (14), em segunda votação, em função de discordância, o texto original como falei anteriormente, foi suprimido dele, “a criação de uma verba indenizatória”, essa parte foi retirada pelos parlamentares.

E foi acrescentada, no mesmo projeto pelos parlamentares, uma alteração no texto, estabelecendo que no mínimo 60% dos cargos em comissão e função de confiança sejam ocupados por servidores efetivos, com aumento de até 90% dos salários, mesmo assim, que absurdo isso é uma vergonha.

Vamos à votação de cada parlamentar, votaram contra, os deputados: Elizeu Nascimento, Ulysses Moraes, Dr. João, Silvio Favéro, Thiago Silva, Lúdio Cabral, Delegado Claudinei, Dr. Eugênio e Valdir Barranco.

Votaram a favor, os deputados: Xuxu Dal Molin, Dr. Gimenez, Nininho, Paulo Araújo, Romoaldo Júnior, Sebastião Rezende, Wilson Santos, Oscar Bezerra, Janaina Riva, Max Russi, Sargento Vidal, Carlos Avallone e Valmir Moretto.

A votação contrária a esse projeto, pelo atuante deputado estadual, Elizeu Nascimento (DC) já era esperado, em função de se tratar de um parlamentar municipalista, oriundo da periferia da capital, mais precisamente do bairro Altos da Serra. Desde o início do seu mandato, vem trabalhando pelos menos favorecidos pela sorte (os expropriados do capital), portanto, seu voto contrário a esse famigerado projeto, não foi surpresa para ninguém.

Professor Licio Antonio Malheiros é geógrafo



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