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Opinião
Sábado - 25 de Setembro de 2021 às 06:50
Por: Alfredo da Mota Menezes

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Continua o converseiro politico no estado. É natural e vai aumentar cada dia mais até a eleição do ano que vem.

Apareceu no radar político a possibilidade de Tarcísio de Freitas, Ministro da Infraestrutura do governo federal, ser candidato ao Senado por Mato Grosso com o aval do Bolsonaro. Ele não é do estado e nem filiado a partido aqui.

Antes, em 1982, o embaixador Roberto Campos, saiu candidato a senador por MT e se elegeu. Mas pelo menos ele era nascido no estado, o Tarcísio, que está virando figura carimbada em audiências e encontros aqui, nunca teve vinculo com o estado.

E aí, como ficam outras candidaturas ao Senado, como do Wellington Fagundes, Neri Geller e outros? Se o presidente decidir pelo Tarcísio acaba a disputa pela vaga ou a coisa não seria bem assim? Seria interessante que ele fosse candidato no estado dele. O que MT ganha com um nome de fora no Senado?


Emanuel Pinheiro promoveu um encontro de prefeitos do MDB na capital, dos 23 titulares apareceu o de Chapada dos Guimarães. Outros mandaram o vice e também secretários municipais. Chamou a atenção o não comparecimento de deputados estaduais do partido. A avaliação é que, o esvaziamento do encontro, enfraquece a pretensão do Emanuel em candidatura ao governo.

Continua o converseiro politico no estado. É natural e vai aumentar cada dia mais até a eleição do ano que vem

O interessante no evento foi a fala do Bezerra de que o Emanuel seria o “sucessor” dele no MDB. Nas conversas humoradas se diz que o MDB no estado tem dinastia partidária. Só depois de abdicar ou morrer, o outro assume. O que chama a atenção nas conversas é que o Emanuel não vota nem arruma voto para o Bezerra na reeleição para deputado federal. Seu trabalho é para reeleger seu filho que é do PTB.

Se aceita cada dia mais que Mauro Mendes é candidato à reeleição. Atos, ações, viagens, eventos, aproximações politicas, mostram esse caminho. Se a fusão do DEM com o PSL ocorrer o tempo no horário gratuito aumentaria muito. Entre os que conversam politica, a aceitação é de que ele caminha mesmo para ser candidato à reeleição.

Falou-se também numa candidatura ao governo do Nilson Leitão. Ele é do PSDB e lideranças desse partido dizem que vão apoiar a reeleição do Mauro.

Se o Nilson for em frente com a ideia de candidatura, seria em outro partido? Prazo para filiação está terminando. Ele também pensa em ter o apoio de Bolsonaro para essa suposta empreitada.

PT e PDT andam em busca de nomes para candidatura ao governo também. Com a candidatura de Lula e do Ciro Gomes à presidência, esses partidos vão precisar de um nome aglutinador aqui para ajudar na disputa presidencial.

A disputa para Deputado Federal vai feder chifre queimado. É enorme o número de candidatos em todos os partidos com a queda das coligações. E, interessantemente, nenhum deputado estadual em MT quer essa candidatura. Para que arriscar? Além de que, dizem os jocosos comentários, ninguém quer abrir mão da maior Verba Indenizatória do Brasil.

Alfredo da Mota Menezes é analista político.



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