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Opinião
Sábado - 28 de Maio de 2022 às 07:37
Por: Marcelo Augusto Portocarrero

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Temos agora compromissos com as famílias, os amigos e principalmente com o PAÍS, a PÁTRIA e a NAÇÃO brasileira.

São essas as preocupações que deveriam estar fomentando o pensamento e as atitudes de todos, inclusive dos empresários e investidores que vemos dar suporte logístico, fazer declarações e participar de manifestações a favor de governos de esquerda, comunistas mesmo, que disfarçados de socialdemocracias buscam descaracterizar nosso PAÍS ao proporem em seus planos oligárquicos a dissolução de nossas fronteiras para beneficiar a tal Nova Ordem Mundial;

Destruir nossa PÁTRIA ao tentarem nos descaracterizar como cidadãos ligados pela realidade afetiva que amalgamou todos que para cá vieram e continuam a chegar; acabar conosco como NAÇÃO atacando nossos valores culturais, identidade, origens, costumes e religiões enquanto procuram nos imiscuir a um engodo globalista amorfo, posto que destituído de caráter e natureza comum.

Alguns desses indivíduos acabam por expor suas mentalidades mesquinhas e ganâncias incontroláveis ao apoiarem a volta de pessoas processadas, julgadas e condenadas em várias instâncias judiciais por corrupção e outros crimes, mas convenientemente descondenadas na mais alta corte de justiça do PAÍS, da NAÇÃO e da PÁTRIA.

Governos que desestabilizaram nossa economia, saúde, educação e segurança, mas que parece não terem afetado negativamente as empresas e negócios de seus apoiadores de ocasião.

Mesmo aqueles que se mantêm calados, distanciados dos acontecimentos como se nada tivessem a ver com isso, conseguem esconder suas decepções ao perderem as boquinhas que tiveram no passado devido a atual forma de governar o PAÍS, administrar a NAÇÃO e proteger a PÁTRIA. Por isso já começam a tentar passar despercebidos na esperança de não notarmos o apoio obtuso que fazem ao retorno de governantes e políticos que já deixaram claras suas intenções de nos submeter novamente ao antigo “modus operandi” das negociatas a ligações com grupos e interesses exógenos aos do Brasil.

Vide as tentativas de internacionalização da nossa parte da Amazônia sem sequer citar outros países, nossos vizinhos, que a compõem; as intromissões deliberadas de governos antagonistas interessados em maximizar os problemas existentes com os desmatamentos e garimpos ilegais que, pasmem, são bancados por empresas e cidadãos desses mesmos países para adquirirem de forma ilegal a madeira e os minérios extraídos sem que contra eles haja qualquer tipo de represália; as mobilizações de políticos ligados aos setores agrícolas estrangeiros interessados em agradar sindicalistas e conglomerados econômicos que concorrem com nossa prodigiosa competência e fertilidade enquanto a parte podre de nosso legislativo e judiciário fazem vistas grossas às artimanhas montadas por partidos políticos de esquerda, ONG’s, influenciadores digitais e artistas sustentados por milionários, big shots e mega investidores de ocasião.

Resta como solução derrotá-los nas eleições que vão acontecer esse ano de maneira a afastar de vez o “descondenado” e sua camarilha do erário público, seu único e permanente objetivo. E olha que elas estão logo ali, a uma beiçola, um palmo de nove dedos, uma tapa na careca ou seis meses de distância.

Marcelo Augusto Portocarrero é engenheiro civil.



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