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Opinião
Segunda - 06 de Junho de 2011 às 22:31
Por: Alexandre Bortoletto

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A data mais temida pelos solteiros está chegando: o Dia dos Namorados! Até quem é solteiro bem-resolvido o ano todo fica balançado por estar sem par nessa época do ano. Por sorte, quem faz questão de passar a data em um relacionamento duradouro pode contar com a Programação Neurolinguística.

Para começar, a PNL ajuda a elevar e a manter a autoestima nas alturas. Aquele ditado que diz que ninguém vai gostar de você se você não se gostar é bem verdadeiro. A autoestima está diretamente ligada ao auto-conceito, o que eu penso e digo a meu respeito. Um jeito simples de se convencer do quão especial você é seria fazer uma lista das suas melhores qualidades. Comece a lista em ordem alfabética – sou amável, bonito(a), carinhoso(a) etc – e, quando terminar, comece de novo e de novo. Lembre-se: você não está divulgando isso ao mundo, mas está falando com você mesmo com muito carinho e respeito. E verá como começa a sentir-se melhor rapidinho.

Com toda a autoconfiança em dia, é hora de escolher o alvo. E chamar essa pessoa para sair. Não se preocupe se faltar coragem. Você tem pelo menos duas opções.

Para perder o medo, é possível usar o que chamamos de modelagem. Lembre-se de alguém que é mestre na conquista. O que essa pessoa faz, o que diz e com que tom de voz, como ela se comporta quando está com o objeto de seu interesse? Quando os norte-americanos Richard Bandler e John Grinder criaram a PNL, na década de 1970, observaram muitas pessoas bem-sucedidas e decodificaram a forma como elas elaboravam seus objetivos até alcançar a solução desejada. Ao entender a estrutura da estratégia do processo de pensamento dessas pessoas, ficou possível reproduzir seu sucesso.

Se o sortudo ou a sortuda que te interessa fizer questão de escolher e conquistar, a estratégia é outra. Nesse caso, é possível sugerir o quanto você é interessante, legal e disponível sem dar uma de fácil. Usar linguagem hipnótica ajuda muito. Quando se fala em hipnose, há quem lembre de magos com pêndulos e gente obedecendo a ordens estranhas, cacarejando como uma galinha ou mordendo cebola achando que é uma maçã. Mas essa "hipnose de palco" é coisa do passado. Com base na linguagem hipnótica proposta psiquiatra norte-americanco Milton Erickson, a PNL criou um roteiro que aumenta o nível de representação interna das pessoas, criando uma espécie de "transe hipnótico". Um exemplo? Quando você diz a alguém “já reparou como o filme parece melhor quando a gente assiste no cinema?” é normal que ela imagine-se na sala escura em sua companhia.

E como saber se essa pessoa com quem você começou a sair quer algo mais sério? Nada de disparar um “quais são suas intenções comigo?”. Tonalidades ásperas e perguntas diretas fora de hora podem causar distorções e afastar a moça ou o rapaz. Um exemplo? Em vez de perguntar se o outro pensa em se casar com você, aproveite um comentário alheio sobre Paris e emende um elogio à cidade, “tão romântica, perfeita para uma lua de mel”. Brinque que gostaria de convidá-lo ou convidá-la para ir com você. E observe a reação. Um sorriso sincero ou amarelo responde tudo.

Viu como a PNL é um modo de pensar e de viver a vida? A verdadeira arte em PNL está em ultrapassar a crença de que ela é apenas um conjunto de técnicas para conseguir algo. Está em permanecer curioso a respeito daquela pessoa especial , e principalmente sobre si mesmo, e melhorar sua relação com você mesmo e com os outros. Quanto mais assumo que sou um "praticante" de PNL, mais tenho controle sobre minha vida e minhas ações. Realmente vale a pena... O que aconteceria se você pudesse ser muito melhor do que já é agora? E quanto prazer você pode aguentar, hein?!

* Alexandre Bortoletto é instrutor da SBPNL – Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística



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