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Domingo - 14 de Março de 2010 às 19:46
Por: Flávia Borges

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A maior liderança do PP no Estado, deputado José Riva, afirmou em visita a Nortelândia neste domingo (14) que antes de anunciar apoio a qualquer candidato ao governo estadual, pretende exaurir todas as discussões internas. Caso não haja possibilidade de lançar candidatura própria, os progressistas devem abrir diálogo com outras siglas. “Não descartamos nenhum partido. Não existe qualquer tendência, ao menos por enquanto”, assegura Riva. Mesmo assim, ele assegura que sua primeira opção seria apoiar o senador Jayme Campos, que foi derrotado por Wilson Santos (PSDB) numa pesquisa realizada para definir o nome do candidato do grupo.

Mesmo com as declarações do progressista que posterga a decisão para abril e diz que não há nada fechado, a cúpula republicana e peemedebista já dá como certo o apoio do PP ao projeto do vice-governador Silval Barbosa, que deve disputar a sucessão de Blairo Maggi. A “certeza” é devido à presença do PP no arco de alianças do atual governo.

Silval, que assume o Paiaguás a partir do mês que vem, quando Maggi sai para se candidatar a uma vaga no Senado, já ofereceu inclusive cargos aos progressistas. O ex-deputado federal e ex-prefeito de Cuiabá Rodrigues Palma, por exemplo, vai comandar, a partir de 1º de abril, a pasta do Desenvolvimento Rural (Seder), em substituição a Neldo Egon, pré-candidato a deputado estadual pelo PR. Palma já integra a administração hoje. Responde como adjunto de Indústria, Comércio, Minas e Energia. Na gestão Maggi, o ex-deputado teve também uma passagem relâmpago pela Seder, onde foi adjunto de Agronegócios e respondeu como titular da pasta por alguns dias.

Esta é mais uma indicação do PP dos deputados José Riva e Pedro Henry. Os progressistas já emplacaram também o nome do procurador do Estado Jenz Prochnow Júnior, hoje subprocurador-geral fiscal da PGE, na secretaria de Meio Ambiente, no lugar de Luís Daldegan.

Outro indicativo de que o PP deve fechar em torno do nome de Silval, é a "inimizade" declarada do deputado federal Pedro Henry (PP) com Wilson Santos.

A indefinição em torno da aliança do PP tem amarrado diversos grupos. O secretário executivo do Ministério das Cidades, Rodrigo Figueiredo (PP), por exemplo, não sabe se renuncia ao cargo para disputar a suplência de Maggi no Senado.
Nos bastidores cresce a tese de que o PP ficará mesmo na coligação PT-PR-PMDB e o nome de Figueiredo é um dos mais cotados para a suplência à senatória. Ele só não seria indicado pelos progressistas caso assuma o comando do Ministério das Cidades, hoje sob Márcio Fortes, que deve disputar o Senado.

Apesar de serem cortejados pela aliança de oposição, formada por PSDB-DEM-PTB-PPS, lideranças progressistas também teriam estreitado as conversações com o pré-candidato ao governo Silval Barbosa (PMDB), do grupo de situação. Entretanto, diferentemente do que havia sido cogitado em princípio, o PP não deve indicar o vice da chapa.





Fonte: RD News

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