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Sexta - 14 de Agosto de 2009 às 16:50

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As vendas de discos, a produção de um filme e outros projetos envolvendo Michael Jackson podem fazer com que até o final do ano seu espólio atinja um valor de US$ 200 milhões, informou o jornal "Los Angeles Times" nesta quinta-feira (13).

Em entrevista ao jornal, John Branca, um dos executores do espólio, disse que o patrimônio deixado pelo cantor pode gerar pelo menos US$ 50 milhões por ano.

As vendas de discos do rei do pop dispararam desde a morte dele, em junho, e o cantor deixou dezenas de canções inéditas, que podem ser reunidas em um novo álbum.

Branca disse que as vendas de discos e de outros produtos podem gerar US$ 100 milhões para o espólio até o final de 2009. Um filme baseado nas imagens dos últimos ensaios do cantor, a ser lançado em outubro, e outros acordos empresariais devem representar mais US$ 100 milhões no mesmo período.

Jackson deixou cerca de US$ 400 milhões em dívidas ao morrer após sofrer uma parada cardíaca, em 25 de junho, segundo o jornal. Mas seu patrimônio, inclusive a sociedade no catálogo da Sony/ATV Music e em muitas canções dos Beatles, superam as dívidas em pelo menos US$ 200 milhões.

Branca disse que não há planos de se desfazer do catálogo. "Definitivamente não estamos vendendo-o," afirmou ele ao "LA Times".

Na próxima segunda-feira (17), um juiz de Los Angeles deve se manifestar sobre uma proposta de acordo comercial com o Bravado International Group e sobre uma exposição itinerante com objetos do astro.

Uma reedição da autobiografia "Moonwalk", de 1988, e a edição de um luxuoso livro de fotos de 400 páginas sobre a vida e obra dele também foram autorizadas.

O testamento de Jackson, de 2002, destina o dinheiro à sua mãe, aos três filhos e a entidades beneficentes.

Quase dois meses depois da morte, a polícia continua investigando possíveis indícios criminais.

Casas e consultórios do médico pessoal de Jackson, Conrad Murray, foram revistadas duas vezes, em meio a suspeitas de que ele teria fornecido um poderoso anestésico para ajudar Jackson a dormir.

Citando fontes próximas à investigação, o "LA Times" disse na quinta-feira (13) que Murray adquiriu legalmente o anestésico usado para combater a insônia do cantor. Mas o jornal disse que, na manhã em que Jackson morreu, Murray havia deixado-o sozinho sob a influência da droga para fazer telefonemas.





Fonte: Reuters

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