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Meio Ambiente
Quarta - 22 de Julho de 2009 às 01:25

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Quando já era manhã de quarta-feira na Ásia, a Lua encobriu completamente o Sol durante alguns minutos. E o dia ficou escuro.

Primeiro no norte da Índia, depois no Nepal, em Bangladesh, Butão, Mianmar, na China e no sul do Japão. Sobre o Oceano Pacífico, o fenômeno alcançou a duração máxima: seis minutos e 39 segundos. Um eclipse total do sol tão longo só poderá ser visto outra vez em junho de 2132.

Em Tóquio e em boa parte da Ásia o eclipse do Sol foi parcial. Mesmo assim um monte de gente foi para um observatório.

O eclipse total acontece quando a Lua se alinha entre a Terra e o Sol, encobrindo a luz solar na parte do planeta que estiver na sombra do satélite.

Para muitos cientistas, foi uma oportunidade para testar teorias, como a de que a gravidade da Terra diminui durante um evento como esse. Outros aproveitaram o fenômeno para estudar a corona solar, um anel luminoso que fica a um milhão de quilômetros do Sol.

Para as diversas religiões da Ásia, o eclipse teve um significado muito especial. Os budistas, por exemplo, acreditam que tudo o que pensamos, falamos ou fizemos neste período, terá um efeito aumentado.

Os hindus acreditam que é uma manifestação do mal, muitos templos são fechados e as mulheres grávidas não devem sair de casa.

Mas todos concordam que o fenômeno, registrado há centenas de anos pelo homem, ainda hoje causa fascínio.





Fonte: Do G1, com informações do Jornal da Globo

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