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Repórter News - reporternews.com.br
Policia MT
Terça - 18 de Junho de 2013 às 07:19
Por: ADILSON ROSA

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Peritos do Instituto de Medicina Legal vão fazer o exame de necropsia no corpo do vendedor
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O vendedor Osvaldo Alves Barbosa, de 35 anos, foi assassinado com dois tiros na cabeça quando estava em sua casa, bairro Nova Esperança II, em Cuiabá. A execução ocorreu anteontem por volta das 21h30. 


 
Testemunhas disseram que um homem chegou a casa e perguntou pela vítima. Assim que foi atender a visita, Osvaldo foi baleado. O criminoso fugiu a pé, mas teria embarcado em algum veículo estacionado nas proximidades. 


 
Um carro do Samu chegou a ser acionado, mas os socorristas constataram o óbito. Policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa estiveram no local iniciando as investigações e descobriram que a vítima tinha se envolvido dias antes numa cobrança de dívida no bairro. 


 
Os policiais, chefiados pela delegada Anaíde Barros, que também esteve no local, não souberam informar se Osvaldo foi cobrar ou era alvo da cobrança. 


 
A esposa da vítima estava na casa e não forneceu muitos detalhes aos policiais. Em estado de choque, ela relatou que um homem invadiu a casa procurando pelo marido. Em seguida, foi logo atirando. Ela, que estava perto, saiu correndo. Ela disse desconhecer os motivos do crime. 


 
IDENTIFICADA - A polícia identificou a mulher encontrada morta a golpes de faca num terreno do bairro Altos da Gloria, em Cuiabá. Trata-se de Alessandra de França, de 36 anos, moradora na Avenida C no bairro Altos da Glória. Ela foi localizada na manhã deste sábado por moradores a algumas quadras de onde residia. 


 
Como já apresentava rigidez cadavérica, os policiais suspeitam que ela tenha sido assassinada no final da madrugada. Para investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, o crime seria um acerto de contas envolvendo entorpecentes, uma vez que no local onde ela foi encontrada funciona um “fumódromo” – local usado por usuários de droga. 


 
Com a identificação, o delegado Antônio Carlos Garcia, de plantão na DHPP, acredita que poderá esclarecer o assassinato. Em princípio, havia a suspeita de que ela fosse moradora de algum bairro vizinho. “Fomos informados de que ela seria moradora de um bairro vizinho e sempre era vista por lá. Como estava num local onde se reúnem usuários de drogas, tudo indica que seja uma briga entre eles”, observou o delegado.





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