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Politica Brasil
Segunda - 22 de Setembro de 2008 às 08:43

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O "vôo" de virtuais candidatos a governador rumo a 2010 corre risco de ser abatido naqui a 15 dias, quando serão escolhidos novos prefeitos, vice e vereadores. Uma derrota do irmão Júlio Campos em Várzea Grande, por exemplo, tende a dificultar o projeto do senador Jayme Campos em concorrer de novo à sucessão estadual.

Jayme foi prefeito do segundo maior município mato-grossense por três mandatos e governou o Estado de 91 a 94. Hoje é o principal nome do DEM (ex-PFL) na corrida ao Palácio Paiaguás. Ele virou coordenador-geral da campanha de Júlio, que está em desvantagem nas pesquisas de intenção de voto para o prefeito Murilo Domingos (PR), que busca à reeleição. O senador se esforça na esperança de reverter o placar. Um fracasso nas urnas o leva a "morrer abraçado" com o irmão quanto a seu projeto de concorrer de novo a governador. Nesse caso se contentaria com o cargo de senador, que se estende até 2014.

O PR de Blairo Maggi é outro que, se perder em Cuiabá, com Mauro Mendes e, em Rondonópolis, com o prefeito Adilton Sachetti, terá de repensar o projeto majoritário, principalmente a governador. Maggi é tido como o candidato do partido à senatória, enquanto três nomes são cogitados como eventuais concorrentes ao Paiaguás: o diretor-geral do Dnit, Luiz Pagot, o prefeito Sachetti e o presidente da Assembléia, deputado Sérgio Ricardo.

Já o PSDB, que se esfacelou em 2002 com a perda do comando do Estado e com a morte do ex-governador Dante de Oliveira, em 2006, sonha em reconquistar o Paiaguás. O único nome, para isso, é do prefeito cuiabano Wilson Santos, que só vai "decolar" se conquistar a reeleição. Outras legendas, como PP, PDT, PPS, PT e PMDB, por enquanto, estão somente no balão-de-ensaio. Aguardam a juntada dos cacos após as eleições municipais para estudar novos projetos.





Fonte: RD News

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