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Economia
Terça - 24 de Junho de 2008 às 16:18

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O dólar comercial foi trocado por R$ 1,603, na venda, em baixa de 0,68%, nos últimos negócios desta terça-feira. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,710 (venda), em declínio de 1,72%.

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera com perdas de 0,82%, aos 64.109 pontos, pelo índice Ibovespa. O giro financeiro é de R$ 4,6 bilhões.

Segundo profissionais de corretoras, operações recentes de captações externa garantiram um fluxo positivo nos últimos dias, o que derrubou os preços da moeda americana para seu menor nível desde janeiro de 1999. No médio prazo, corretores vêem poucas perspectivas de que a taxa volte a subir: o saldo negativo nas contas externas do país tende a ser coberto pela previsão de investidores diretos estrangeiros, principalmente a partir do segundo semestre.

Hoje, a taxa de câmbio oscilou entre o valor máximo de R$ 1,616 e o mínimo de R$ 1,601, ainda mantendo o "piso" de R$ 1,60. "O mercado cria às vezes um resistência num preço, mas depois que passa, pode cair bem. Se romper esse R$ 1,60, [a taxa] deve ir muito rápido para R$ 1,58", comenta Marcos Trabold, gerente de câmbio da corretora B&T.

E o mercado financeiro permanece à espera da reunião do Federal Reserve (banco central americano), que anuncia amanhã a nova taxa básica de juros dos EUA. A maioria dos analistas do setor financeiro espera que o Fed decida por manter a taxa em 2% ao ano. Há, no entanto, temor de que o comunicado pós-reunião traga "observações assustadoras", como já se referiu um economista, sobre as perspectivas de inflação, devido a disparada dos preços do petróleo.

O Banco Central entrou no mercado de cambio às 15h26 e aceitou ofertas dos dealers por R$ 1,6020 (taxa de corte).

Juros futuros

Na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), o mercado futuro de juros reduziu as taxas projetadas para 2009, 2010 e 2011.

No contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada recuou de 13,24% ao ano para 13,20%; no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada caiu de 14,84% para 14,75%; e no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada cedeu de 14,95% para 14,88%.





Fonte: Folha Online

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