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Internacional
Quinta - 23 de Maio de 2013 às 21:07

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Segundo a organização Médicos Sem Fronteiras, a fístula obstétrica é negligenciada por médicos porque a cirurgia de correção é difícil e não remunera bem (Foto: Isabel Corthier/MSF)Segundo a organização Médicos Sem Fronteiras, a fístula obstétrica é negligenciada por médicos porque a cirurgia de correção é difícil e não remunera bem (Foto: Isabel Corthier/MSF)

A ONU declarou nesta quinta-feira (23) o Dia Internacional pelo Fim da Fístula Obstétrica, em uma tentativa de chamar a atenção para esse problema que atinge mulheres após o parto, geralmente nos países mais pobres.

A fístula obstétrica é uma fissura que se abre na parede da vagina, que pode ocorrer tanto na parte que a separa da bexiga quando na que tem limite com o reto. As mulheres que sofrem com o problema têm incontinência.

A fissura tem origem durante partos muito difíceis, em que a mulher passa por complicações. O principal grupo de risco é composto pelas mães adolescentes, cujo corpo ainda não esteja preparado para o parto.

Nos países mais desenvolvidos – e neste caso, o Brasil se inclui –, a fístula é rara porque os médicos optam pela cesariana quando o parto dá sinais de complicações. Mesmo quando ela ocorre, é corrigida na própria cirurgia do parto.






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