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Politica Brasil
Segunda - 05 de Março de 2007 às 13:47
Por: Catarine Piccioni

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Apesar de o presidente Lula (PT) ainda não ter concluído as conversas com partidos aliados para anunciar a esperada reforma ministerial, a bancada de Mato Grosso no Congresso Nacional (oito deputados federais e três senadores) incluiu hoje uma diretoria em Furnas Centrais Elétricas na lista dos 11 cargos pleiteados “em nome do Estado” em Brasília (DF).

O governador Blairo Maggi (PR) e a bancada querem indicar também nomes para postos na Eletronorte, Basa (Banco da Amazônia), Ada (Agência de Desenvolvimento da Amazônia), Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Dnit (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes), Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária Animal (do Ministério da Agricultura), Caixa Econômica Federal, Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Secretaria de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável e Secretaria Executiva do Ministério das Cidades.

Em reunião com os parlamentares nesta segunda-feira, o governador Blairo Maggi (PR) pediu que a bancada busque o consenso em torno das indicações. Contudo, o deputado federal Welinton Fagundes (PR) ponderou sobre a verticalização na distribuição de cargos, uma vez que, além da capacidade política e técnica do indicado, é preciso considerar quem vai comandar os ministérios aos quais os órgãos estão ligados.

“Se tiver a maioria (aceitação da maioria), tudo bem. O importante é que não tenham vetos”, pontuou Fagundes, sobre os nomes a serem indicados. Entre os já citados estão o de Pedro Garcia para a Ada, José Serafim para o Basa, Décio Coutinho para o Secretaria de Vigilância Sanitária e a manutenção de Rodrigo Figueiredo na Secretaria Executiva do Ministério das Cidades e Gilney Viana na Secretaria de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável.

“É claro que a indicação do Dnit se dará pelo PR”, disparou Fagundes, em referência à indicação do secretário de Educação Luiz Antonio Pagot e a nomeação do senador Alfredo Nascimento (PR-AM) para o Ministério dos Transportes. “Qualquer cargo em qualquer ministério tem sua importância. No mínimo, os ocupantes desses cargos podem trazer informações ao Estado sobre o que está sendo planejado na esfera federal”, complementou, numa referência aos segundo e terceiro escalões.

Ao que tudo indica, o único consenso até o momento é que Mato Grosso deve ter representantes em áreas estratégicas, conforme resumiu o deputado federal Valtenir Pereira (PSB). Em relação aos outros 12 cargos federais em Mato Grosso, a senadora Serys Slhessarenko (PT) disse que os petistas referendaram a manutenção de Leonel Wohfarht na superintendência do Incra (Instituto Nacional de Reforma e Colonização Agrária). Ele enfrenta resistência de Maggi.

Ainda na primeira reunião com a bancada no segundo mandato, Maggi pediu aos parlamentares que apreciem os programas "MT Regional" e "MT +20". "Podemos potencializar o que está no planejamento nas ações do PPA (Plano Plurianual) a partir de abril", afirmou o deputado reeleito Carlos Abicalil (PT), coordenador da bancada.





Fonte: Olhar Direto

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