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Terça - 14 de Novembro de 2006 às 13:25

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Inseparáveis. Juliana Paes e Deborah Secco se conhecem há pouco mais de seis anos, mas se comportam como amigas de infância. No último domingo, dia de lançamento de Pé na Jaca, sentaram lado a lado para ouvir o discurso do diretor Ricardo Waddington sobre a nova história das sete, que substitui Cobras & Lagartos na segunda.

Entre cochichos e risinhos, Deborah e Juliana trocavam segredinhos como colegiais. De olho no bom entrosamento delas, Carlos Lombardi tratou de estreitar os laços entre as duas também na ficção. No primeiro capítulo de Pé na Jaca, Guinevere e Elizabeth são garotinhas de nove anos que passam férias com mais três crianças em um sítio localizado no interior de São Paulo.

Após um salto de 25 anos, a novela mostra a rotina atual das pequenas protagonistas, hoje adultas. "A novela vai imitar a vida. Encontrei na Deborah uma amiga de verdade. A partir de Celebridade, a amizade ficou bastante fortalecida", conta Juliana. E a colega retribui: "Juliana é mais baladeira do que eu, mas nós saímos juntas sim. E até viajamos", comenta.

Pé na Jaca é o quarto trabalho em comum das meninas. Além de dividirem cena como as manicures espevitadas de Celebridade, estiveram juntas em Laços de Família (2000) e em América (2005). Nesta última, Deborah derrubava lágrimas na pele da mocinha Sol e Juliana arrancava suspiros como Creusa, a pseudo-beata fogosa.

Desta vez, as atrizes trocam de lado. A Elizabeth de Deborah é do mal, como adianta Lombardi. "A noviça é a grande vilã da novela. Faço uma comédia realista, não tem vilão fazendo cara de mal logo no primeiro capítulo. O vilão é sempre o herói da sua história e assim será a Elizabeth. Ela tem motivos para infernizar a vida dos outros", diz ele.

Quem viu Deborah no papel de Íris, a garota mimada de Laços de Família, sabe que a atriz tem potencial de sobra para irritar o público. Juliana, por sua vez , terá de emprestar a caixa de lencinhos da amiga. A sua Guinevere sofre com as agressões do marido. "As atrizes adoram fazer a vilã, mas eu acho muito bom ser a mocinha sofredora. Vou gostar dessa carga dramática, estava faltando isso na minha carreira. Afinal, até hoje, minhas personagens sempre foram meio doidinhas", analisa Juliana.

Ao contrário da amiga, Deborah dispensa cenas dramáticas. Depois da choradeira de América, respira aliviada com o texto divertido de Lombardi. "É ótimo fazer uma comédia depois daquele drama intenso. Revezando, nunca perco a prática nos dois gêneros", diz Deborah. Nem a recente separação do cantor Falcão foi capaz de abalar seu humor no domingo. "Viu o rostinho dela? A Deborah está super bem. Ela apenas demorou muito tempo para tomar uma decisão que estava adiando faz tempo", conta Juliana. Amiga é para essas coisas.





Fonte: AE

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