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Economia
Segunda - 13 de Novembro de 2006 às 23:20

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O ABN Amro Brasil registrou lucro líquido consolidado de R$ 1,272 bilhão nos primeiros nove meses de 2006, o que representa um crescimento de 51% em relação ao mesmo período do ano passado.

Entre janeiro e setembro deste ano, o lucro recorrente - antes do impacto da proteção ao capital e do investimento em terceirização - foi de R$ 1,477 bilhão no período, um crescimento de 46% com relação a igual intervalo de 2005. O resultado corresponde a um retorno sobre o patrimônio líquido médio de 23,7%, acima do porcentual de 17,1% apresentado nos primeiros nove meses de 2005.

No relatório de divulgação dos resultados, o banco informa que o impacto da variação cambial foi negativo em R$ 23 milhões nos nove meses de 2006 e de R$ 170 milhões em igual intervalo do ano passado. O investimento em terceirização, por sua vez, somou R$ 181 milhões líquido de impostos de janeiro a setembro de 2006.

Os resultados da intermediação financeira e receitas de prestação de serviços atingiram R$ 9,353 bilhões no acumulado do ano, um crescimento de 23% ante o mesmo período de 2005. As despesas de intermediação financeira do banco cresceram 40%, em razão, principalmente, da expansão do volume de recursos captados para financiar o crescimento dos negócios de crédito. Nos últimos 12 meses, foram captados R$ 7,351 bilhões em recursos novos para financiar a disponibilidade e acesso ao crédito, de acordo com o ABN.

O índice de eficiência recorrente do ABN Amro Brasil atingiu 49,6%, uma melhora de 6,2 pontos porcentuais ante o mesmo período de 2005, quando foi de 55,8%. Vale lembrar que quanto menor o indicador, melhor o resultado. Segundo o banco, a evolução reflete um foco no crescimento de receitas e um controle de custos comprometido com o retorno sobre o investimento.

O índice de Basiléia do ABN Amro Brasil era de 14% em 30 de setembro de 2006, queda em relação aos 17% de setembro de 2005, e resultado de uma maior alavancagem e otimização do capital alocado. Em 30 de setembro de 2006, o patrimônio líquido da instituição era de R$ 8,931 bilhões.





Fonte: AE

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