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Policia MT
Quinta - 21 de Fevereiro de 2013 às 07:55
Por: ADILSO ROSA

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O jovem Leandro Barbosa Ferreira, de 26 anos, foi preso anteontem à noite por policiais civis quando viajava de ônibus para Rondônia. Ele é suspeito de envolvimento na fuga em massa que aconteceu na Penitenciária Central do Estado no dia 20 de agosto do ano, quando o muro foi parcialmente danificado por explosivos, permitindo a fuga de 35 presos. 

De acordo com as investigações, Leandro teria sido a pessoa responsável por acender o pavio da bomba. Ele adquiriu o conhecimento de explosivo detonando caixas-eletrônicos tanto em Mato Grosso como em Rondônia, onde reside. 

Segundo o delegado Gianmarco Pacolla Copoani, o conhecimento em artefatos explosivos do suspeito foi um dos pontos fortes que levou a quadrilha a trazê-lo de Rondônia, dias antes, para executar a ação criminosa. O delegado lembrou que o suspeito não agiu sozinho, tendo apoio de outros integrantes da quadrilha. 

Ele foi indiciado por formação de quadrilha, fuga de pessoa presa, explosão, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, porte de artefato explosivo, receptação e tentativa de homicídio. 

O delegado ressaltou que a fuga foi planejada, uma vez que outros criminosos fortemente armados permaneceram do lado de fora em oito veículos (sendo cinco motocicletas, dois automóveis e uma picape) para transportar os fugitivos. “Quando o muro explodiu os detentos já estavam próximos. Tendo sido uma ação sincronizada”, frisou. 

Conforme as investigações, Leandro chegou a Cuiabá num Fiat Uno e aqui se encontrou com a mulher de um dos presos. Juntos participaram da reunião preparatória à explosão e fuga na casa de uma advogada no bairro Boa Esperança. 

Ouvido na Gerência de Combate ao Crime Organizado antes de ser encaminhado para uma unidade prisional da Grande Cuiabá, ele alegou que retornava para Rondônia para buscar uma motocicleta de sua propriedade. Ele negou ter participado da explosão do muro. 

Conforme as investigações, parte dos fugitivos era integrante de quadrilhas especializadas em roubos de caixas-eletrônicos e assaltos na modalidade “Novo Cangaço”, na qual fazem os funcionários e clientes do banco de escudo humano. 




Fonte: Do DC

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