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Cidades/Geral
Terça - 15 de Março de 2005 às 16:30
Por: Jorge Eduardo Machado

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Rio - A coordenadora do Comitê de Gestão do Ministério da Saúde no Hospital Miguel Couto, Maria Leonor de Barros Ribeiro, anunciou que nesta terça-feira será implantado um novo modo de atendimento no setor de emergência da unidade – a maior da Zona Sul do Rio de Janeiro. Para acabar com as longas filas, um grupo de humanização do ministério fará a triagem e encaminhará os casos menos graves ao Pronto Atendimento.

Como nos outros cinco hospitais da rede municipal que sofreram intervenção da União, no Miguel Couto faltam equipamentos e profissionais. São necessários mais oito clínicos, seis pediatras, cinco cirurgiões, dois anestesistas e dois radiologistas, além de uma equipe de acolhimento social, que ajudaria a agilizar o atendimento na emergência.

No Hospital da Lagoa, por exemplo, o gestor José Gomes Temporão disse ter encontrado vários problemas estruturais. O centro cirúrgico está parado há três meses e 1.400 pacientes aguardam para fazer uma operação. Temporão, que é diretor-geral do Instituto Nacional do Câncer (Inca), espera reabrir em duas semanas pelo menos três das 12 salas de cirurgia. De acordo com ele, assim que as cirurgias forem retomadas, haverá um mutirão e os profissionais trabalharão em três turnos, inclusive nos finais de semana.

Segundo ele, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Lagoa foi fechada por causa da falta de manutenção do ar-condicionado. Dos 210 leitos da unidade, apenas 70 estavam funcionando. Desde a intervenção, outros 20 foram reativados.





Fonte: Agência Brasil

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