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Economia
Sexta - 22 de Outubro de 2004 às 14:21

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, defendeu hoje que o Brasil e a Argentina busquem superar os embaraços comerciais existentes em segmentos isolados, como o de eletrodomésticos. Segundo ele, isso deve ser feito visando o interesse maior dos dois países, ambos, que é o fortalecimento do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e, conseqüentemente, sua interação com os demais blocos econômicos, como a União Européia.

"Não podemos simplesmente ficar apagando incêndios, como acontece", disse o ministro, acrescentando que gostaria de entrar em 2005, capitalizando o crescimento econômico da Argentina e do Brasil. A expectativa de Furlan é de um aumento superior a 5% nas relações comerciais entre os dois países.

Sobre as notícias de que os produtos brasileiros da linha branca (geladeiras, fogões e máquinas de lavar roupa) estariam sendo barrados pelos argentinos e preteridos com a entrada de lotes de outros países, Furlan disse que a questão deve ser discutida entre técnicos governamentais das duas nações, mas que os números falam por si. "O fato concreto é que nenhuma lavadora brasileira entrou na Argentina no mês passado, e isso preocupa".

O ministro deu essas declarações logo depois de participar da solenidade de criação do Conselho de Fabricantes de Auto-Peças do Mercosul (Mercoparts), no Pavilhão de Exposições do Anhembi.




Fonte: Agência Brasil

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