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Sexta - 06 de Junho de 2014 às 18:31

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O ex-presidente da Aprosoja Carlos Fávaro (PP) garante que a antiga resistência do pré-candidato ao governo de Mato Grosso pelo PDT, senador Pedro Taques, no setor do agronegócio já foi superada tão logo o pedetista se dispôs a ter um vice-candidato produtor rural.

Taques é visto com reservas pelo setor do agronegócio devido a parte de sua atuação no Ministério Púbico Federal em defesa do meio ambiente. Símbolo dos entreveros entre o pedetista e os ruralistas foi a discussão pela implantação da hidrovia Paraguai-Paraná, que seria um trunfo para o desenvolvimento do Oeste mato-grossense. O senador, então procurador do MPF, alegou embaraços jurídicos devido a sobreposição do Pantanal.

“Já não existe mais resistência. As pesquisas já mostram que ele (Pedro Taques) é o pré-candidato mais bem avaliado no agronegócio”, afirmou Fávaro, que se descompatibilizou da presidência da Aprosoja alegando motivos pessoais, sendo que deverá concorrer a algum cargo eletivo nas eleições de outubro. Ele próprio cotado para ser o vice-candidato em uma eventual chapa encabeçada pelo senador.

Outros nomes, como de Eraí Maggi Shceffer (PP) e Adilton Sachetti (PSB) também foram colocados nas discussões e uma pesquisa pode ser usada para decidir qual dos três agregará maior capital político a uma candidatura do pedetista. No entanto, Eraí teria preferência por, supostamente, conseguir arrastar Blairo Maggi (PR), ou pelos menos sua base, para a oposição.

Também estariam na disputa pelo cargo de vice são o do ex-prefeito Marino Franz (PSDB), de Lucas do Rio Verde; o ex-secretário Maurício Magalhães Faria (PSDB); e, pelo PPS, a primeira-dama Ana Carla Muniz, esposa do prefeito Percival Muniz, de Rondonópolis.





Fonte: Olhar Direto

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