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Educação/Vestibular
Sexta - 05 de Agosto de 2016 às 09:01
Por: André Souza Do G1 MT

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Professores decidiram suspender a greve e voltar às aulas (Foto: Divulgação/Unemat)
Professores decidiram suspender a greve e voltar às aulas (Foto: Divulgação/Unemat)

Os professores da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) decidiram em assembleia realizada nesta quinta-feira (4) suspender a greve da categoria que já dura mais de dois meses. Os cerca de 470 professores que participaram da reunião decidiram retornar às salas de aula, mas manter o estado de greve. Ao todo, a instituição tem 1,2 mil professores. Os servidores cobram o pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA), fixada em 11,28%.

Segundo a Associação dos Docentes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Adunemat), 278 professores votaram a favor da suspensão da greve, enquanto 165 foram contrários à suspensão. De acordo com o vice-presidente da Adunemat, o professor Luiz Jorge Brasilino da Silva, os profesdores devem se reunir nesta sexta-feira (5) para elaborar um novo calendário acadêmico.

Segundo ele, os servidores nãoa abrem mão do pagamento integral da RGA, mas decidiram voltar às aulas para concluir, pelo menos, o último mês letivo do semestre passado. "O governo tem pouco se importado para as reivindicações dos trabalhadores". Ele ainda aponta o cansaço dos trabalhadores como fator determinante para a suspensão da greve.

A greve dos servidores chegou suspender o vestibular para os novos alunos. Segundo a Unemat, 14.860 candidatos se inscreveram no vestibular seja. A greve na instituição atinge os campi de Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Bugres, Cáceres, Colíder, Diamantino, Juara, Luciana, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Sino e Tangará da Serra.

RGA
O valor da RGA, que deve ser paga aos servidores servidores ativos, inativos e pensionistas do estado, foi aprovado pela Assembleia Legislativa e sancionado pelo governo no dia 1º de junho.A lei prevê pagar 7,36% de reposição salarial em três parcelas. Os outros 3,92% também seriam pagos no ano que vem, mas condicionados à Lei de Responsabilidade Fiscal, que fixa limite máximo de gasto do estado com a folha de pagamento a 49% da Receita Corrente Líquida.





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