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Policia MT
Sábado - 03 de Junho de 2017 às 09:12
Por: Por Denise Soares, G1 MT

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Droga foi colocada dentro de colchão cortado ao meio e seria entregue para um preso da Cadeia em Campo Novo do Parecis (Foto: Divulgação)
Droga foi colocada dentro de colchão cortado ao meio e seria entregue para um preso da Cadeia em Campo Novo do Parecis (Foto: Divulgação)

m advogado foi preso nesta quinta-feira (1º) depois de entregar um colchão ‘recheado’ de maconha para um detento na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis, a 397 km de Cuiabá. Segundo os agentes penitenciários, o advogado deixou o colchão na unidade, no entanto, os servidores sentiram o cheiro da droga e encontraram a maconha depois de abrir o colchão. A porção chegou a quase meio quilo.

Agentes sentiram odor da droga e descobriram porções de maconha escondidas dentro do colchão (Foto: Divulgação)Agentes sentiram odor da droga e descobriram porções de maconha escondidas dentro do colchão (Foto: Divulgação)

Agentes sentiram odor da droga e descobriram porções de maconha escondidas dentro do colchão (Foto: Divulgação)

O colchão, entregue no dia em que os agentes recebem mercadorias de familiares e advogados dos presos, estava direcionado para um detento da cadeia pública. “Sentimos forte odor da droga e fomos averiguar. O colchão estava cortado em duas partes, bem no meio, com a droga esparramada por dentro. O colchão ainda estava costurado e com uma capa”, explicou um agente penitenciário.

“O advogado deixou o colchão e foi liberado. Depois que os agentes perceberam que tinha droga, a delegacia entrou em contato [com o advogado] e ele compareceu na delegacia, onde demos voz de prisão, na presença de um advogado da OAB”, explicou ao G1 o delegado Adil Pinheiro de Paula.

Advogado disse que não sabia que o colchão estava recheado de droga (Foto: Divulgação)Advogado disse que não sabia que o colchão estava recheado de droga (Foto: Divulgação)

Advogado disse que não sabia que o colchão estava recheado de droga (Foto: Divulgação)

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A Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB) disse ao G1 que acompanha o caso. “O advogado disse que dois sujeitos pediram para que ele levasse o colchão para um preso, que ainda não era cliente dele e estava na tratativa para pegar a causa. Ele resolveu atender o pedido e disse que não imaginava que havia droga no colchão, que estava lacrado com plástico e com aparência de novo”, comentou o delegado.

Conforme o delegado, a participação do preso que receberia o colchão também será apurada ao decorrer do inquérito policial. O advogado, preso em flagrante, teve a prisão convertida em preventiva pelo Poder Judiciário. Ele aguarda na delegacia a disponibilização de uma sala de Estado Maior, conforme prevê a lei.

A sala de Estado-Maior é uma estrutura diferente de uma cela: é um ambiente sem grades, localizado em unidades prisionais, em quartéis militares ou em batalhões de forças de segurança, com instalações que permitam banho de sol, comodidade e higiene, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF).





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