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Domingo - 18 de Junho de 2017 às 08:08
Por: G1/MT

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Mais de 6,5 mil eleitores devem ir às urnas para escolher novo prefeito em julho deste ano. Prefeito eleito em outubro de 2016 teve registro cassado pelo TSE.
Mais de 6,5 mil eleitores devem ir às urnas para escolher novo prefeito em julho deste ano. Prefeito eleito em outubro de 2016 teve registro cassado pelo TSE.

Três candidatos tiveram as chapas deferidas pela Justiça Eleitoral e disputam a eleição suplementar em Alto Taquari, a 509 km de Cuiabá, que será realizada no dia 2 de julho. A nova eleição foi agendada após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manter a cassação do registro eleitoral do prefeito eleito Lairto Sperandio (DEM). De acordo com o órgão, Lairto estava com a filiação partidária suspensa quando foi eleito. O G1 não conseguiu localizar a defesa de Lairto.

Os candidatos Mauro Andrade da Silva Barbosa (PSD), Fabio Mauri Garbugio (PTB) e Vanderley Santeiro Teodoro (PSDB) disputam os votos de 6.565 eleitores pelo cargo de prefeito de Alto Taquari. Aquele que for eleito para o cargo, deverá governar o município até dezembro de 2020.

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), Mauro Barbosa e Leandro Alves Almeida disputam, respectivamente, os cargos de prefeito e vice-prefeito pela Coligação "Para mudar temos que lutar", formada pelos partidos PSD, PPS e PSB.

Já Fabio Garbugio e Marco Aurélio Julien são os candidatos a prefeito e vice-prefeito pela coligação "Vamos Juntos", composta pelo PRB, PTB, PT, PDT e DEM.

Os candidatos Vanderley Santeiro e Gregório Tolentino Moretti de Almeida concorrem aos cargos de prefeito e vice-prefeito pela coligação "Novos tempos, novos sonhos e novos projetos", formada pelo PP, PMDB, PR, PSDB e PSC.

Impugnação

Após ser eleito, Lairto Sperandio chegou a ser empossado no dia 1º de janeiro e permaneceu no cargo por 10 dias. O Tribunal Superior Eleitoral, no entanto, entendeu que ele não deveria assumir o cargo, já que estava com a filiação partidária suspensa no período estabelecido pela Justiça.

Os recursos impetrados pela defesa de Lairto foram rejeitados por unanimidade pelo TSE. Ele havia tomado posse no dia 1º de janeiro e permaneceu no cargo por 10 dias. A decisão foi proferida no dia 19 de dezembro, porém, como o TRE estava em recesso quando o órgão superior decidiu que Lairto não deveria ser empossado, ele permaneceu no cargo durante o julgamento do processo.

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Lairto havia sido eleito pela quarta vez. Anteriormente, ele ocupou a cadeira de 1988 a 1992. Depois, voltou e permaneceu por dois mandatos seguidos, de 2001 a 2008.

Por unanimidade, o TSE rejeitou os recursos impetrados pela defesa do prefeito eleito. Com isso, o presidente da Câmara de Vereadores passou a ocupar o cargo até que as novas eleições sejam realizadas.





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