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Saúde
Terça - 13 de Novembro de 2018 às 15:32
Por: G1 MT

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Aedes aegypti fêmea é a transmissora da febre amarela, dengue, zika e chikungunya no Brasil — Foto: Pixabay/Divulgação
Aedes aegypti fêmea é a transmissora da febre amarela, dengue, zika e chikungunya no Brasil — Foto: Pixabay/Divulgação

Os casos de chikungunya em Mato Grosso aumentaram quatro vezes mais em 2018 quando comparados com os números de 2018. Os dados são do Ministério da Saúde e foram divulgados nesta terça-feira (13).

Os registros da doença passaram de 3.154 casos em 2017 para 13.194 este ano. Ao todo, o aumento foi de 318%.

No estado, segundo o levantamento, a incidência da chikungunya é de 394,5 casos a cada 100 mil habitantes.

A média é a maior do Brasil e fica atrás do Rio de Janeiro (210 casos/100 mil habitantes) e do Pará (84 casos/100 mil habitantes).

Em 2018, cinco mortes causadas por chikungunya foram confirmadas. Enquanto isso, no ano passado apenas um óbito foi registrado.

Por outro lado, os casos de zika vírus e dengue tiveram redução no período analisado pelo governo federal.

Para o zika vírus, os registros passaram de 2.063 casos, em 2017, para 566 neste ano. Uma queda de 72%.

Já em relação à dengue, a redução foi de 23%. Os casos passaram de 8.366 no ano passado e 6.435, em 2018. Em cada um dos dois anos, foram registrados quatro óbitos pela doença.

Prevenção

Há anos campanhas são feitas sobre como evitar a proliferação do Aedes aegypti. Entre elas:

  • Não deixe acumular água parada, que é o local favorito para as larvas do mosquito transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya;
  • Coloque areia nos vasos de planta, cheque pneus, caixa d'água e até o lixo da sua casa, todos os pontos que podem acumular água parada podem ser focos do mosquito, então tenha muita atenção.
  • Ter telas nas janelas e portas ainda é uma medida eficaz para evitar que o mosquito entre na sua casa e é uma medida importante para quem não quer correr o risco de ser contaminado em pleno sossego do lar.
  • O repelente é crucial para evitar ser picado pelo Aedes aegypti e prefira os repelentes a base de Icaridina, considerado o mais indicado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).




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