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Terça - 30 de Junho de 2020 às 15:50
Por: Pablo Rodrigo/Gazeta Digital

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Após derrubar o veto do governador Mauro Mendes (DEM) e garantir o pagamento de um auxílio emergencial no valor de R$ 1,1 mil aos professores contratados pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a Assembleia promulgou a Lei aprovada na semana passada.

Agora, o governo do Estado deverá estabelecer os critérios em caráter emergencial para o pagamento que deverá acontecer de maneira imediata. De acordo com o projeto, o pagamento deverá ser feito pela Seduc ou pela Secretaria de Estado de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Setasc) e deverá atender cerca de 2,5 mil professores.

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"A validade e efeitos desta lei durarão enquanto estiver vigente o decreto nº 424, de 25 de março de 2020, que declara a situação de calamidade no Estado de Mato Grosso em decorrência da pandemia do novo coronavírus/covid-19", diz trecho da lei.

Após a derrubada do veto, o governador chegou a criticar os deputados, questionando se a Assembleia daria R$ 500 milhões para efetuar o pagamento. Em resposta o presidente da Assembleia, Eduardo Botelho (DEM), disse que não teria problema em ajudar e lembrou que o legislativo repassou recursos para o governo Mendes para comprar ambulâncias e viaturas para Segurança Pública.

"Não tem problema, a gente arruma esse recurso. O que não pode é virar as costas para esse professores", disse. Botelho também afirmou que já se entendeu com o Executivo e o Legislativo auxiliará nas escolhas dos professores interinos para receberem o benefício.

VoltarImprimirComentarApós derrubar o veto do governador Mauro Mendes (DEM) e garantir o pagamento de um auxílio emergencial no valor de R$ 1,1 mil aos professores contratados pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), a Assembleia promulgou a Lei aprovada na semana passada.

Agora, o governo do Estado deverá estabelecer os critérios em caráter emergencial para o pagamento que deverá acontecer de maneira imediata. De acordo com o projeto, o pagamento deverá ser feito pela Seduc ou pela Secretaria de Estado de Trabalho, Assistência Social e Cidadania (Setasc) e deverá atender cerca de 2,5 mil professores.

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"A validade e efeitos desta lei durarão enquanto estiver vigente o decreto nº 424, de 25 de março de 2020, que declara a situação de calamidade no Estado de Mato Grosso em decorrência da pandemia do novo coronavírus/covid-19", diz trecho da lei.

Após a derrubada do veto, o governador chegou a criticar os deputados, questionando se a Assembleia daria R$ 500 milhões para efetuar o pagamento. Em resposta o presidente da Assembleia, Eduardo Botelho (DEM), disse que não teria problema em ajudar e lembrou que o legislativo repassou recursos para o governo Mendes para comprar ambulâncias e viaturas para Segurança Pública.

"Não tem problema, a gente arruma esse recurso. O que não pode é virar as costas para esse professores", disse. Botelho também afirmou que já se entendeu com o Executivo e o Legislativo auxiliará nas escolhas dos professores interinos para receberem o benefício.






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