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Quinta - 12 de Setembro de 2013 às 07:08
Por: Bianca C. Zancanaro

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A decisão se o enfermeiro Evanderly de Oliveira Lima, de 43 anos, acusado de assassinar a juíza Glauciane Chaves de Melo, sua ex-mulher, irá a jurí popular deve sair nos próximos dias. Esta tarde, o acusado participou de uma audiência sobre o caso, onde oito testemunhas de acusação foram ouvidas, por aproximadamente 5 horas, pelo juiz de Alto Taquari, Luis Felipe Lara de Souza.



A ação corre em segredo de justiça, "pois contem dados que não podem ser expostos sobre a intimidade da vítima e do acusado", e não é possível saber detalhes dos depoimentos e dos autos.


 
Evanderley está preso em Cuiabá, na Penitenciária Central do Estado (antigo Pascoal Ramos), onde responde criminalmente por homicídio qualificado. No mês passado, foram ouvidos os policiais que participaram das investigações e busca do assassino. Eles prestaram informações na comarca de Alto Araguaia.



 
Conforme Só Notícias já informou, Glauciane Chaves de Melo foi assassinada na manhã de 7 de junho, pelo ex-marido Evanderly de Oliveira Lima, dentro do fórum da cidade, após uma discussão. O acusado deu três disparos, sendo que dois tiros acertaram na região da nuca da magistrada e fugiu em seguida. Ele foi preso três dias depois, quando foi localizado em uma região de mata, na zona rural da cidade.


 
Nestes dias, Lima, que já foi bombeiro militar, utilizou roupas camufladas e capim seco para se encobrir durante o dia. Durante a noite ele andava para não ser localizado pelos policiais.


 
À época, quando foi ouvido na delegacia, Evanderly Lima utilizou seu direito de permanecer calado e só falar em juízo. Informalmente, em conversa com o delegado, afirmou que no dia do assassinato tinha ido até o fórum para conversar com a magistrada, pois não concordava com a separação e queria reatar o casamento.





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