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Cidades/Geral
Quinta - 09 de Novembro de 2006 às 10:09

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O Ministério Público conseguiu na Justiça, uma liminar obrigando o Município de Cuiabá a fornecer medicamento para que o atendimento no Pronto Socorro não fique prejudicado, mesmo com a greve da categoria. A paralisação dos residentes no Hospital Júlio Mülher e dos médicos da rede Municipal de Cuiabá sobrecarrega o atendimento no Pronto Socorro da Capital.

Os 43 médicos do Júlio Mülher pararam as atividades ontem, aderindo a um manifesto nacional. A categoria cobra reajuste salarial de 53,7%, definição de novas prioridades no ensino e melhores condições de trabalho.

"A gente fica sem o professor, sem um preceptor, sozinho no plantão assumindo uma responsabilidade enorme e que é contrária a regulamentação de residência", disse a médica residente Sandra Maíra Marques.

"O que a diretoria está cobrando dessa residência é um planejamento. Então nós temos cirurgias agendadas, temos ambulatórios com pacientes marcados, temos um pronto atendimento cujo repouso têm quatro pacientes, temos a clínica médica lotada. Então o que nós queremos fazer é um reajuste", afirmou o diretor clínico do Hospital Júlio Mülher, Arlan Azevedo.

Por conta da paralisação, o Pronto Socorro de Cuiabá recebe inúmeros pacientes, pois não há atendimento nas policlínicas e nos postos de saúde. Todos os casos além da urgência e da emergência estão sendo encaminhados para o Pronto Socorro.





Fonte: RMT-Online

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