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PF prende duas pessoas no Rio Grande do Sul por pirataria na internet
Duas pessoas foram presas hoje (16), no Rio Grande do Sul, durante a Operação I-Commerce da Polícia Federal, que combate falsificação e vendas irregulares pela internet. Os jovens, de 19 e 25 anos, flagrados em casa copiando filmes ilegalmente em computadores, foram detidos na capital, Porto Alegre, e em Novo Hamburgo, na região metropolitana.
A operação, realizada em 12 estados, cumpre nove mandados de busca e apreensão em oito cidades gaúchas: Porto Alegre, Guaíba, Harmonia, São Sebastião do Caí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, São Borja e Horizontina. Os 50 policiais federais que participaram da ação no Rio Grande do Sul apreenderam, até agora, 2.600 produtos piratas, entre CDs, DVDs, jogos eletrônicos, programas e computadores.
O superintendente da Polícia Federal no estado, José Francisco Mallmann, disse que os criminosos envolvidos têm idade entre 18 e 30 anos e, na maioria, são estudantes de classe média. "Eles anunciavam os produtos em jornais, recebiam pedidos por e-mail e enviavam as encomendas pelo Correio", explicou. Segundo Mallman, o valor da encomenda era depositado na conta corrente dos falsificadores.
Mallman informou que os envolvidos serão indiciados por violação de direitos autorais com intuito de obter lucro (Artigo 184 do Código Penal), podendo receber penas que variam de um a quatro anos de reclusão, além de multa. A meta agora é identificar os compradores, informou Mallman. "As pessoas que adquirem esses produtos serão autuadas por crime de receptação, cuja pena é a mesma, de um a quatro anos de prisão".
A operação, realizada em 12 estados, cumpre nove mandados de busca e apreensão em oito cidades gaúchas: Porto Alegre, Guaíba, Harmonia, São Sebastião do Caí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, São Borja e Horizontina. Os 50 policiais federais que participaram da ação no Rio Grande do Sul apreenderam, até agora, 2.600 produtos piratas, entre CDs, DVDs, jogos eletrônicos, programas e computadores.
O superintendente da Polícia Federal no estado, José Francisco Mallmann, disse que os criminosos envolvidos têm idade entre 18 e 30 anos e, na maioria, são estudantes de classe média. "Eles anunciavam os produtos em jornais, recebiam pedidos por e-mail e enviavam as encomendas pelo Correio", explicou. Segundo Mallman, o valor da encomenda era depositado na conta corrente dos falsificadores.
Mallman informou que os envolvidos serão indiciados por violação de direitos autorais com intuito de obter lucro (Artigo 184 do Código Penal), podendo receber penas que variam de um a quatro anos de reclusão, além de multa. A meta agora é identificar os compradores, informou Mallman. "As pessoas que adquirem esses produtos serão autuadas por crime de receptação, cuja pena é a mesma, de um a quatro anos de prisão".
Fonte:
Agência Brasil
URL Fonte: https://reporternews.com.br/noticia/268181/visualizar/

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