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Cidades/Geral
Sexta - 09 de Julho de 2021 às 19:48
Por: Por Kethlyn Moraes, G1 MT

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Obra de Escola Estadual está parada em Rondonópolis (MT) — Foto: TCE/MT
Obra de Escola Estadual está parada em Rondonópolis (MT) — Foto: TCE/MT

Mato Grosso tem, atualmente, 3.028 obras paralisadas, no valor de R$ 7,4 bilhões, segundo os dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Entre elas, estão obras municipais e estaduais.

Os 30 municípios mato-grossense com o maior número de obras paradas são:

  1. Rondonópolis (269)
  2. Cuiabá (184)
  3. Várzea Grande (145)
  4. Barra do Garças (73)
  5. Sinop (65)
  6. Tangará da Serra (58)
  7. Barra do Bugres (57)
  8. Alto Araguaia (55)
  9. Pontes e Lacerda (55)
  10. Paranatinga (53)
  11. Cáceres (49)
  12. Aripuanã (48)
  13. Pedra Preta (47)
  14. Canarana (46)
  15. Primavera do Leste (46)
  16. Alto Paraguai (41)
  17. Jaciara (40)
  18. Sorriso (37)
  19. Lucas do Rio Verde (35)
  20. Alta Floresta (34)
  21. Alto Taquari (33)
  22. Campinápolis (33)
  23. Matupá (33)
  24. Comodoro (31)
  25. Sapezal (31)
  26. Guarantã do Norte (30)
  27. Cláudia (28)
  28. Juína (28)
  29. Campo Verde (27)
  30. Juscimeira (27)

Em todo o estado, 34% das obras são de infraestrutura e transporte. O segundo setor com maior número de obras paradas é o da Educação, com 24% dos casos.

Creche está com obra parada em Peixoto de Azevedo — Foto: TCE

Creche está com obra parada em Peixoto de Azevedo — Foto: TCE


Um exemplo é a obra de uma creche no Residencial Celina Bezerra, em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. A obra, que deve custar R$ 2,8 milhões, começou em 2020, mas já foi paralisada por rescisão contratual. A obra é municipal.

Já na esfera estadual, a Escola Estadual Luciene Cardoso de Oliveira, em Peixoto do Azevedo, teve o contrato assinado em 2017 para ter a obra iniciada.

No entanto, a escola, com a obra estimada em R$ 7 milhões, nunca ficou pronta. Ela foi paralisada em 2019 e em dezembro do ano passado, a Secretaria Estadual de Educação rescindiu o contrato com a empresa responsável.

Quase R$ 700 mil foram gastos para o início da obra paralisada.

Em terceiro lugar no ranking, estão as obras da Saúde, representando 12,7% dos casos.

Em seguida estão os seguintes setores:

  • Esporte (4,2%)
  • Administração Central (3,8%)
  • Meio Ambiente, recursos hídricos e saneamento (3,8%)
  • Urbanização e Habitação (3,7%)
  • Turismo (2,3%)
  • Ação Social (2,1%)
  • Agricultura (1,9%)
  • Assistência Social (1,7%)
  • Cultura (1%)
  • Segurança Pública (0,9%)




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