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Economia
Sábado - 21 de Fevereiro de 2026 às 06:23
Por: Gazeta Digital

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Mato Grosso fechou o ano de 2025 com a menor taxa na desemprego na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. O estado atingiu 2,2% de desocupados, sendo a unidade da federação (UF) com a menor taxa no Brasil (veja abaixo o ranking completo).

Além de Mato Grosso, outros 18 estados e o Distrito Federal atingiram a taxa mínima recorde na série histórica.

Os cinco estados com menor taxa no último ano foram: Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%), Mato Grosso do Sul (3%), Espírito Santo (3,3%) e Rondônia (3,3%). A média nacional de desemprego foi de 5,6%.

A pesquisa apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

Pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que conduz a pesquisa, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

Informalidade e rendimento mensal

A pesquisa do IBGE permite identificar desigualdades no nível de informalidade do mercado de trabalho ao longo do país. Enquanto o país terminou 2025 com informalidade de 38,1%, 18 estados ficaram acima dessa marca.

Na informalidade, trabalhadores não têm garantidos direitos como cobertura previdenciária, 13º salário, seguro-desemprego e férias, por exemplo.

Em Mato Grosso, o índice de informalidade ficou levemente abaixo da média nacional, com 36,3%.

Sobre o rendimento mensal, o IBGE aponta que a média do Brasil ficou em R$ 3.560. Mato Grosso, novamente, ficou um pouco acima da média, com rendimento mensal de R$ 3.688.


Veja ranking completo de desemprego

- Mato Grosso: 2,2%

- Santa Catarina: 2,3%

- Mato Grosso do Sul: 3,0%

- Espírito Santo: 3,3%

- Rondônia: 3,3%

- Paraná: 3,6%

- Rio Grande do Sul: 4,0%

- Goiás: 4,6%

- Minas Gerais: 4,6%

- Tocantins: 4,7%

- São Paulo: 5,0%

- Roraima: 5,1%

- Média Brasil: 5,6%

- Paraíba: 6,0%

- Ceará: 6,5%

- Acre: 6,6%

- Maranhão: 6,8%

- Pará: 6,8%

- Distrito Federal: 7,5%

- Rio de Janeiro: 7,6%

- Sergipe: 7,9%

- Amapá: 7,9%

- Rio Grande do Norte: 8,1%

- Alagoas: 8,3%

- Amazonas: 8,4%

- Bahia: 8,7%

- Pernambuco: 8,7%

- Piauí: 9,3%

Veja o nível de informalidade nas UFs

- Maranhão: 58,7%

- Pará: 58,5%

- Bahia: 52,8%

- Piauí: 52,6%

- Ceará: 51%

- Amazonas: 50,8%

- Paraíba: 49%

- Sergipe: 48,2%

- Pernambuco: 47,8%

- Alagoas: 47,5%

- Rondônia: 46,1%

- Acre: 45,2%

- Amapá: 44,2%

- Roraima: 40,3%

- Tocantins: 39,7%

- Espírito Santo: 39%

- Rio Grande do Norte: 39%

- Rio de Janeiro: 38,5%

- Média Brasil: 38,1%

- Minas Gerais: 36,8%

- Mato Grosso: 36,3%

- Goiás: 35,1%

- Mato Grosso do Sul: 32,1%

- Paraná: 31,6%

- Rio Grande do Sul: 31,4%

- São Paulo: 29%

- Distrito Federal: 27,3%

- Santa Catarina: 26,3%

Veja o ranking de rendimento mensal

- Distrito Federal: R$ 6.320

- São Paulo: R$ 4.190

- Rio de Janeiro: R$ 4.177

- Santa Catarina: R$ 4.091

- Paraná: R$ 4.083

- Rio Grande do Sul: R$ 3.916

- Mato Grosso do Sul: R$ 3.727

- Mato Grosso: R$ 3.688

- Goiás: R$ 3.628

- Média Brasil: R$ 3.560

- Espírito Santo: R$ 3.497

- Roraima: R$ 3.438

- Rondônia: R$ 3.362

- Minas Gerais: R$ 3.350

- Tocantins: R$ 3.129

- Amapá: R$ 3.089

- Rio Grande do Norte: R$ 3.003

- Sergipe: R$ 2.855

- Acre: R$ 2.794

- Amazonas: R$ 2.733

- Pernambuco: R$ 2.666

- Paraíba: R$ 2.577

- Piauí: R$ 2.561

- Alagoas: R$ 2.531

- Pará: R$ 2.508

- Ceará: R$ 2.394

- Bahia: R$ 2.284

- Maranhão: R$ 2.228

(Com informações da Agência Brasil).





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