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Policia MT
Terça - 10 de Janeiro de 2012 às 16:46
Por: Welington Sabino

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Divulgação TV RNA

O assalto na modalidade novo cangaço ao Banco do Brasil de Confresa (1.160 Km a nordeste de Cuiabá) mostrou o despreparo e a irresponsabilidade do “segurança” do BB que sacou a arma da cintura para intimidar a equipe da TV RNA, afiliada da Rede Record, que fazia a cobertura do fato. O flagrante foi registrado pelo cinegrafista que após a fuga dos bandidos, fazia imagens do banco para mostrar as marcas de tiros e o resultado da ação truculenta que os criminosos deixaram na agência bancária.

A atitude do “segurança” que ainda não foi identificado, mostrou sua total falta de controle para lidar com a imprensa e muito menos de trabalhar armado. Ele também não se preocupou com a possibilidade de que caso fizesse algum disparo, poderia atingir várias pessoas já amedrontadas e traumatizadas pela ação violenta dos bandidos que após usar clientes para fazer uma barreira humana, fugiram em 4 carros levando 9 reféns que foram liberados, pouco tempo depois, em estradas vicinais da região.

Nas imagens, é possível ver que o suposto segurança só não apontou a arma em direção aos jornalistas porque foi contido por um rapaz, também funcionário do Banco do Brasil, que aparece no vídeo com uma camiseta listrada e segurou o acusado para que não atirasse.

Até o momento, o “segurança” não teve a identidade revelada e a equipe de reportagem também não registrou boletim do ocorrência contra ele na Polícia Militar da cidade. Vale lembrar que foi o despreparo de um “profissional” como esse que também trabalhava armado em um banco que vitimou o empresário Adriano Henrique Maryssael de Campos, 73, em uma agência do Banco Itaú, localizada na avenida Carmindo de Campos, em Cuiabá.

Divulgação TV RNA

Momento em que o "segurança" não idenfiticado abaixava a arma que sacou para intimidar a equipe da TV RNA 

O crime aconteceu no dia 21 de junho de 2011, após um desentendimento entre a vítima e o acusado Alexsandro Abílio de Farias, 28, que disparou 3 tiros à queima-roupa contra o empresário que morreu no local. Até hoje, o ex-segurança continua foragido, apesar de já ter sido denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPE) por homicídio qualificado com agravante do uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. A denúncia foi aceita no dia 1º de dezembro pela juíza substituta, Mônica Catarina Perri Siqueira e o processo por enquanto está na fase das audiências de instrução na 12ª Vara Criminal de Cuiabá.





Fonte: Do GD

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