Juíza ouve testemunhas sobre a compra de votos em Várzea Grande
A juíza ouviu na tarde de ontem o jovem Saylon Daygord Ribeiro Lima, que negou ter trabalhado na campanha como cabo eleitoral de Murilo, além do policial militar Ivan Firmino, que efetuou a prisão de Saylon no dia da eleição por suposta compra de votos.
Responsável pela defesa do prefeito, o advogado Paulo Taques considerou que os depoimentos poucos contribuíram com o processo, que tramita no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) diante de um recurso contra expedição do diploma do prefeito. A denúncia já foi arquivada em primeira instância, mas como Júlio Campos recorreu. "Acredito que os depoimentos não mudaram muita coisa porque o que foi dito já havia sido apresentado nos autos", afirma Paulo Taques.
A defesa do prefeito sempre negou que Saylon tivesse trabalhado na campanha. Ele foi detido no dia da eleição depois de ser acusado por 2 pessoas de comprar votos. A prisão foi efetuada pelo policial Ivan, que também confirmou ter recebido apenas a denúncia de compra de votos antes de prender Saylon.
Além do processo, que não tem data para ser julgado, Murilo também responde a várias ações por suposta improbidade administrativa.
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