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Policia MT
Sexta - 30 de Agosto de 2013 às 08:08
Por: ADILSON ROSA

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Júri aconteceu no Fórum de Cuiabá e foi presidido pela magistrada Mônica Perri
Júri aconteceu no Fórum de Cuiabá e foi presidido pela magistrada Mônica Perri
O jovem Leonardo Flávio de Souza, o “Bocão”, de 26 anos, foi sentenciado a 17 anos e seis meses de prisão pelo assassinato do vendedor Odivagno de Souza, de 33 anos. A vítima foi executada com três tiros na cabeça no momento em que descia de seu carro, um Corsa, em frente de sua casa no bairro Novo Terceiro, em Cuiabá. 


 
O crime ocorreu no dia 12 de dezembro de 2009. Leonardo foi setenciado por homicídio duplamente qualificado – motivo fútil e recurso que dificultou a defesa por parte da vítima. 


 
O julgamento aconteceu anteontem à tarde no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá, presidido pela juíza Mônica Catarina Perri de Siqueira. Familiares da vítima e parentes de Leonardo que lotaram as galerias. 


 
Segundo o promotor criminal João Augusto Gadelha, os jurados acolheram a tese do Ministério Público Estadual de que se tratava de um crime premeditado, uma vez que ele aguardava a chegava da vítima. Assim que desceu do carro, Odivagno foi baleado e morto com tiros na cabeça. 


 
A defesa de Leonardo, por sua vez, queria a desclassificação para crime praticado sob forte emoção. As investigações apontam que Leonardo foi tomar satisfação com Odvagno, pois este estaria mexendo com a namorada do suspeito, que esteve no julgamento e testemunhou a favor dele. 


 
Leonardo alegou que o crime ocorreu por impulso, uma vez que foi conversar com a vítima para tomar satisfação a respeito da namorada. “Uma outra testemunha, no entanto, disse que viu o réu aguardando a chegava da vítima por algum tempo, o que confirmou que foi um crime premeditado”, frisou. 


 
Como se trata de crime hediondo, Leonardo deverá cumprir dois quintos da pena – cerca de cinco anos - para conseguir progressão de pena e entrar no regime semi-aberto. 


 
Leonardo fugiu após o crime, mas foi preso meses depois em Pirapora (MG) pelo crime de cárcere privado e roubo seguido de extorsão. Pelos crimes, foi condenado a sete anos e seis meses. Na época, ele já estava com a prisão preventiva decretada e veio transferido para Cuiabá. 





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