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Sábado - 27 de Junho de 2009 às 00:50

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Uma necrópsia que durou cerca de três horas não detectou "traumas externos" ou "circustâncias suspeitas" (de crime) no corpo do cantor Michael Jackson, que morreu nesta quinta-feira (25) após sofrer uma parada cardíaca em sua casa em Los Angeles.

Em entrevista a jornalistas no final da tarde desta sexta-feira (horário de Brasília), Craig Harvey, porta-voz do Instituto Médico Legal de Los Angeles afirmou que "levará de quatro a seis semanas" para "fechar o caso e definir uma causa final da morte".

O prazo é o tempo necessário para que sejam colhidos resultados dos testes toxicológicos adicionais. O corpo de Jackson ainda não foi entregue à família.

O porta-voz afirmou também que a polícia de Los Angeles manterá detalhes das investigações em segredo.

Michael Jackson foi declarado morto às 18h26 (horário de Brasília) de quinta-feira (25). O cantor de 50 anos não estava respirando quando os paramédicos chegaram à sua casa, em Los Angeles.

Charlie Beck, assistente-chefe da polícia de Los Angeles, confirmou que interrogará o médico particular que estava na casa de Michael Jackson no momento em que a chamada de emergência foi feita. Beck revelou ainda que a polícia já havia conversado rapidamente com o médico logo após a morte de Jackson.

"Faremos uma [nova] entrevista com o médico para discutir algumas questões não respondidas. Esperamos que o médico jogue luz sobre algumas coisas que nos foram passadas pelo legista", disse o assistente-chefe da polícia, sem especificar os pontos de dúvida.

"Para se determinar a causa da morte [em uma investigação], é importante entrevistar todas as pessoas que estiveram em contato com o sr. Jackson antes de sua morte. Particularmente, a pessoa responsável por cuidar de sua saúde. É importante falar com o médico", concluiu.

De acordo com a pessoa que fez o chamado de emergência para os bombeiros da casa de Michael Jackson, o médico teria sido a única testemunha no momento em que o cantor teve a parada cardíaca. O áudio da chamada de emergência foi divulgado nesta tarde pelo site de celebridades TMZ.

Na madrugada de sexta, um carro que supostamente pertence ao médico foi apreendido pela polícia na residência alugada pelo cantor. A polícia acredita que o veículo pode conter pistas que contribuirão na investigação sobre as causas da morte.

Segundo a agência de notícias Associated Press, o médico é o cardiologista Conrad C. Murray. O site do conselho de medicina do Texas não indica reclamações formais contra Murray nos últimos quatro anos.

De acordo com a Fox News, o legista responsável pela necrópsia no corpo de Jackson se reuniu com a família do cantor antes do anúncio dos resultados da análise.





Fonte: Do G1, com agências

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