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Polícia Brasil
Quinta - 25 de Maio de 2006 às 10:42

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A Procuradoria Geral de Justiça está analisando o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do soldado Maçone Barroso Rodrigues, preso desde março deste ano, pelo assassinato do desempregado Jaciel Monteiro, 20, executado dentro de uma viatura da Polícia Militar. Essa é a primeira tentativa de libertar o soldado que hoje se encontra detido na sede do 1º Batalhão da PM, no bairro Porto, em Cuiabá.

Além dele, foram denunciados pelo crime o soldado Alvino Souza Alencar e o cabo Rodolfo Santa Filho, o "Cabo Conan". Ele atirou usando uma espingarda calibre 12 contra o peito de Jaciel, que estava algemado no camburão (porta-malas) da viaturas. Ambos afirmaram ter assistido ao assassinato sem interferir. Em seguida lavraram um falso boletim de ocorrência. Cerca de 24 horas depois, eles contaram que o cabo PM Conan havia executado Jaciel. Inicialmente a versão apresentada por eles era a de que o carro havia sofrido um atentado por bandidos.Conan nega os crimes e disse estar sendo vítima de uma armação. Ele está preso na Cadeia Pública de Santo Antônio do Leverger (35 km de Cuiabá).

O pedido de HC, após avaliação da PGJ, será remetido à Primeira Câmara Criminal. A relatora do pedido é a desembargadora Graciema Caravellas.

Criminalística - Laudo de balística confirmou que a arma usada pela equipe chefiada pelo cabo Rodolfo Santa Filho, o cabo Conan, uma espingarda calibre 12, foi utilizada para matar Jaciel Monteiro Lopes.

O laudo de perícia apontou ainda que não existia nenhum obstáculo na frente de Jaciel quando ele foi atingido pela espingarda.





Fonte: A Gazeta

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