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Economia
Segunda - 24 de Abril de 2006 às 09:39

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A Jornada Técnica da Pecuária, um programa do Governo do Estado para o aumento da produtividade por área, melhoria da qualidade, sanidade do rebanho, certificação e aumento da renda do produtor, chega nesta segunda-feira (24.04) a Itiquira (357 km ao Sul de Cuiabá).

A programação ocorre a partir das 14 horas, na Câmara de Vereadores, e segue até quarta-feira. No Município, que tem um rebanho estimado em 254.261 cabeças, o enfoque das palestras proferidas pelo médico veterinário Zeno Antônio Albert será pecuária de corte. Depois de Itiquira, a jornada na região Sul será encerrada em Rondonópolis entre quinta-feira e sábado (29).

Em Itiquira, um dos temas que serão abordados pelo especialista é a preocupação do produtor com o mercado consumidor. “São poucos os produtores que têm conhecimento e preocupação com o mercado consumidor, que quer consumir carne macia, suculenta e com boa apresentação. Esta mercadoria só é possível oferecer quando abatemos animais com no máximo 30 meses de idade, estando com um acabamento ideal de carcaça”, explica Zeno.

Segundo ele, o mercado consumidor tanto interno como externo está cada dia mais exigente em busca de carne de qualidade. “Hoje, o pecuarista que não estiver com um programa voltado para a produção com qualidade em pouco tempo terá dificuldade em vender a sua mercadoria, ou no mínimo terá a mesma depreciada”, informa.

Para o especialista em pecuária de corte, nenhuma atividade produtiva se manterá no comércio se não estiver voltada para a produção com qualidade, sendo que este mesmo princípio vale para a bovinocultura de corte. “Um grande exemplo é a avicultura e a suinocultura, onde sempre encontramos no mercado produtos padronizados e de alta qualidade. Devemos seguir o exemplo dos nossos principais concorrentes” argumentou Albert.

A jornada está sendo coordenada pela equipe do Programa de Melhoramento da Pecuária (Promepe), da Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder), e conta com o apoio do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) e Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Empaer), além da participação da Federação dos Agricultores do Estado de Mato Grosso (Famato) e do Fundo Emergencial da Febre Aftosa (Fefa).





Fonte: 24HorasNews

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