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Sexta - 24 de Dezembro de 2004 às 09:28

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A maior parte dos latrocínios ocorrem por causa da reação das vítimas. Nervoso e com um revólver pulando em sua mão, o bandido atira e acaba matando um trabalhador. Essa é a opinião do delegado Roberto Amorim, titular da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos (Derrf) da Capital, que nos últimos dois meses investiga quatro latrocínios – dois já esclarecidos com os autores presos.

“As vítimas não devem reagir nunca. As estatísticas mostram que quando há reação, os bandidos atiram e provocam um latrocínio. O correto é não reagir. O dinheiro ou o bem a gente recupera, mas a vida não”, assinala.

Ele exemplificou o caso do motorista Pedro Natal de Fáveri, de 49 anos, morto a tiros após recusar entregar dinheiro para dois bandidos que o seguiram após o saque de R$ 3 mil numa agência bancária no Coxipó. O delegado e sua equipe passavam pelo local e prenderam André dos Santos Pedrine, de 26 anos, e Josivaldo de Souza, de 30.

No caso de Pedro Alves Juvenal, de 37 anos, a polícia descobriu que a vítima reagiu à ação de três jovens. Eles queriam sacar R$ 30 mil da conta de Juvenal, que se recusou a entregar o dinheiro. Então, foi morto a pauladas e murros. Dias depois, três rapazes foram presos e confessaram que praticaram o crime para roubar o carro da vítima.




Fonte: Diário de Cuiabá

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