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Sonda européia Smart-1 entra com sucesso na órbita da Lua
A sonda européia Smart-1 entrou sucesso na órbita da Lua e alcançou seu ponto mais próximo da superfície do satélite a uma altitude de 5 mil quilômetros, informou nesta terça-feira a Agência Espacial Européia (ESA).
A ESA acrescentou em entrevista coletiva em sua sede de controle de Darmstadt, no oeste da Alemanha, que o satélite entrou em órbita exatamente às 15.48 horas de Brasília da segunda-feira.
Para possibilitar essa manobra e a estabilização do Smart-1 na órbita lunar, os cientistas da ESA utilizaram o sistema de propulsão elétrico solar, também chamado motor iônico, que é alimentado por dois painéis solares.
Pela primeira vez na história espacial européia, foi usado um sistema de propulsão elétrica solar como principal mecanismo de combustão, explicou hoje o diretor da divisão de propulsão da ESA, Giorgo Saccoccia.
Esse sistema permite utilizar uma menor quantidade de combustível, fazer viagens longas em menos tempo e proporciona maior capacidade para manobrar e maior flexibilidade. Saccoccia disse que a "propulsão elétrica está testada com sucesso para poder ser utilizada em outras missões".
O diretor da missão Smart-1, Giuseppe Racca, disse que o projeto testará "tecnologias avançadas" que a ESA poderá utilizar depois em outras missões planetárias maiores, por exemplo a missão Vênus, projeto que será lançado daqui a um ano, ou a Mercúrio.
Racca destacou que a sonda Smart-1 leva a bordo alguns instrumentos miniaturizados como a câmera Amie (Asteroid-Moon-Micro-Imager Experiment) que fará fotografias coloridas da superfície da Lua.
Além disso, a missão européia também fará uma análise detalhada da composição da superfície lunar com um sistema de infravermelho chamado SIR.
O projeto Smart-1, lançado em 27 de setembro de 2003 a partir de Kuru, na Guiana Francesa, tem um custo de 110 milhões de euros (142 milhões de dólares) e é totalmente financiado pelo orçamento da ESA.
A ESA acrescentou em entrevista coletiva em sua sede de controle de Darmstadt, no oeste da Alemanha, que o satélite entrou em órbita exatamente às 15.48 horas de Brasília da segunda-feira.
Para possibilitar essa manobra e a estabilização do Smart-1 na órbita lunar, os cientistas da ESA utilizaram o sistema de propulsão elétrico solar, também chamado motor iônico, que é alimentado por dois painéis solares.
Pela primeira vez na história espacial européia, foi usado um sistema de propulsão elétrica solar como principal mecanismo de combustão, explicou hoje o diretor da divisão de propulsão da ESA, Giorgo Saccoccia.
Esse sistema permite utilizar uma menor quantidade de combustível, fazer viagens longas em menos tempo e proporciona maior capacidade para manobrar e maior flexibilidade. Saccoccia disse que a "propulsão elétrica está testada com sucesso para poder ser utilizada em outras missões".
O diretor da missão Smart-1, Giuseppe Racca, disse que o projeto testará "tecnologias avançadas" que a ESA poderá utilizar depois em outras missões planetárias maiores, por exemplo a missão Vênus, projeto que será lançado daqui a um ano, ou a Mercúrio.
Racca destacou que a sonda Smart-1 leva a bordo alguns instrumentos miniaturizados como a câmera Amie (Asteroid-Moon-Micro-Imager Experiment) que fará fotografias coloridas da superfície da Lua.
Além disso, a missão européia também fará uma análise detalhada da composição da superfície lunar com um sistema de infravermelho chamado SIR.
O projeto Smart-1, lançado em 27 de setembro de 2003 a partir de Kuru, na Guiana Francesa, tem um custo de 110 milhões de euros (142 milhões de dólares) e é totalmente financiado pelo orçamento da ESA.
Fonte:
EFE
URL Fonte: https://reporternews.com.br/noticia/367751/visualizar/
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