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Rastreabilidade animal preocupa pecuária leiteira
Ao instalar o programa de rastreabilidade animal para a pecuária de corte, há dois anos, o Ministério da Agricultura não considerou as características da pecuária de leite, que é uma atividade distinta.
Só que, agora, as exigências de adaptação feitas pelo Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina (Sisbov) "ameaçam prejudicar o setor que foi colocado à margem da discussão dos critérios de rastreabilidade". A queixa foi feita pelo presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite (CNPL) da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Alvim.
Segundo ele, na pecuária de corte existe agregação de valor para cada boi, uma vez que o sistema foi criado para facilitar as exportações de carne, e isso não acontece na pecuária leiteira, que não exporta carne bovina. O abate nesses casos, acrescentou, é só para consumo interno.
Rodrigo Alvim disse que os prazos de implantação das regras do Sisbov foram pequenos. Afirmou que o setor necessita de mais tempo para se adaptar, porque a atividade leiteira é mais pulverizada e mantida, geralmente, por pequenos produtores, ao contrário da pecuária de corte.
Ele defendeu que a adesão ao Sisbov seja voluntária e que o controle da qualidade dos produtos lácteos se dê pela certificação do produto final e não pela certificação animal.
Só que, agora, as exigências de adaptação feitas pelo Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina (Sisbov) "ameaçam prejudicar o setor que foi colocado à margem da discussão dos critérios de rastreabilidade". A queixa foi feita pelo presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite (CNPL) da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rodrigo Alvim.
Segundo ele, na pecuária de corte existe agregação de valor para cada boi, uma vez que o sistema foi criado para facilitar as exportações de carne, e isso não acontece na pecuária leiteira, que não exporta carne bovina. O abate nesses casos, acrescentou, é só para consumo interno.
Rodrigo Alvim disse que os prazos de implantação das regras do Sisbov foram pequenos. Afirmou que o setor necessita de mais tempo para se adaptar, porque a atividade leiteira é mais pulverizada e mantida, geralmente, por pequenos produtores, ao contrário da pecuária de corte.
Ele defendeu que a adesão ao Sisbov seja voluntária e que o controle da qualidade dos produtos lácteos se dê pela certificação do produto final e não pela certificação animal.
Fonte:
Agrojornal
URL Fonte: https://reporternews.com.br/noticia/380972/visualizar/
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