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Polícia Brasil
Domingo - 11 de Abril de 2004 às 12:48
Por: Carlos Martins

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As duas sentenças proferidas contra João Arcanjo Ribeiro pelo juiz Julier Sebastião da Silva somam 44 anos. Em junho do ano passado Arcanjo foi sentenciado a sete anos por porte ilegal de armas e em dezembro a mais 37 por Crime Contra o Sistema Financeiro Nacional, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

No processo por crime contra o Sistema Financeiro Nacional também foram condenados a esposa de Arcanjo, Sílvia Chirata (25 anos), o contador da organização Luiz Alberto Dondo Gonçalves (26 anos), o ex-gerente das factorings Nilson Teixeira (10 anos), Adolfo Sesini (13 anos e 8 meses), Davi Estevanovick de Souza Bertoldi (9 anos e 4 meses) e Edson Marques (3 anos). Dentre os condenados, cujas penas somadas chegam a 124 anos, apenas Bertoldi, genro de Dondo, aguarda recurso em liberdade. Edson Marques, o ex-garçom do Cassino 21, e que foi usado como laranja na operação simulada da Confiança Factoring, teve a pena de três anos convertida para o pagamento mensal de R$ 50 a uma entidade assistencial durante dois e também a prestação de serviços comunitários com carga horária semanal de dez horas.

HÉRCULES - Outro condenado num crime onde aparece o nome de Arcanjo como o mandante foi o ex-cabo Hércules de Araújo Agostinho. É o processo que tramita na 12ª Vara Criminal da Justiça Estadual e se refere ao assassinato do empresário Sávio Brandão, crime ocorrido em 30 de setembro de 2002. Hércules, réu confesso, foi condenado em dezembro a 18 anos de reclusão. Também foram denunciados, além de Arcanjo e Hércules, o ex-soldado Célio Alves de Souza, o vigia Fernando Barbosa Belo (que está preso na Itália à espera de extradição) e João Leite, que também está preso e é apontado como intermediário.




Fonte: Diário de Cuiabá

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