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Segunda - 17 de Agosto de 2026 às 08:46
Por: Jonas da Silva/Mídia News

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O governador Otaviano Pivetta, o senador Wellington Fagundes e a médica Natasha Slhessarenko: corrida pelo Palácio Paiaguás
O governador Otaviano Pivetta, o senador Wellington Fagundes e a médica Natasha Slhessarenko: corrida pelo Palácio Paiaguás

Seis foram oficializados pela Justiça Eleitoral, neste final de semana, como candidatos ao Governo de Mato Grosso. Eles começaram a pedir voto e fazer propaganda eleitoral no domingo (16) e têm perfis opostos de atuação política.

O grupo vai de nomes que há três décadas participam de disputas eleitorais, como são os casos do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que tenta a reeleição, e o senador Wellington Fagundes (PL), líderes de pesquisas de opinião pública.

A primeira disputa do governador foi em 1996, quando se elegeu para um dos três mandatos de prefeito de Lucas do Rio Verde, enquanto o senador ganhou a primeira eleição em 1990 para o primeiro dos seus seis mandatos consecutivos como deputado federal.

Atualmente, Wellington está no segundo mandato de senador. Já Pivetta foi deputado estadual e elegeu-se vice-governador em 2018 com o então governador Mauro Mendes.


Pivetta escolheu como vice a suplente de deputada federal e ex-secretária do Procon Gisela Simona. Já Wellington confirmou como companheiro de chapa o empresário da pecuária, Reinaldo Morais, conhecido como “Rei do Porco”.

Novatos na disputa

Em outra ponta para a batalha da cadeira do Palácio Paiaguás, estão quatro estreantes no processo eleitoral. Entre eles, a médica Natasha Slhessarenko (PSD), com o vice o advogado Diogo Botelho (PDT) e o publicitário Rafaell Milas (Missão) e seu vice o empresário Thales Sartorelo.

Natasha é médica, professora com mestrado e doutorado e empresária, fundadora do Laboratório Cedilab. Ela é filha da ex-deputada estadual e ex-senadora Serys Marly.

A candidata ensaiou disputar o Senado em 2022 pelo PSB, mas foi retirada do processo antes de encerrar o prazo das convenções, em uma articulação que envolveu o ex-governador de São Paulo e atual vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, do mesmo partido.

Já Milas se projetou na opinião pública com o Movimento Brasil Livre (MBL), do qual foi coordenador. O grupo foi o núcleo aglutinador de jovens e adultos responsáveis pela mobilização do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016.

O candidato é um dos apresentadores do Podcast Tudo Menos Política. A plataforma é também um site de notícias, mídia empresa, rádio e televisão.

Postulantes e acusações

Os outros novatos na disputa são o Sargento Laudicério e o vice Alex Pucineli, ambos do Agir, e o empresário e escritor Mauricio Coelho e o vice, médico Wagner Malheiros, ambos do Mobiliza.

Os dois últimos candidatos do Paiaguás se envolveram em recentes denúncias. Laudicério foi acusado de agredir uma mulher durante uma festa de casamento realizada no bairro Nova Suíça, em Várzea Grande, em 2025. À época, a mulher contou que a confusão começou após o policial assediar um primo do noivo. Laudicério classificou as acusações como "ilações absurdas e sem fundamentos".

Já o publicitário Maurício Coelho foi o principal alvo da Operação Short Code, deflagrada pela Polícia Civil em 2025, em Cuiabá, para apurar a suspeita de crimes cibernéticos e campanha difamatória contra a atual diretoria da Unimed Cuiabá.

Ex-marqueteiro de Rubens de Oliveira, ex-presidente da cooperativa, ele publica textos periódicos com críticas e ataques à atual gestão, e é investigado por crimes como injúria, difamação e calúnia. Coelho teria recebido R$ 1,8 milhão dias antes da eleição da nova diretoria, ocorrida em março de 2023. Ele nega as acusações.

Veja as fotos abaixo:

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GALERIA DE FOTOS

Mayke Toscano

Otaviano Pivetta

Victor Ostetti/MidiaNews

Wellington Fagundes

Reprodução

Rafaell Milas





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