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Nacional
Terça - 16 de Agosto de 2011 às 10:17

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A Casa Civil do governo do Estado de São Paulo revelou na segunda-feira que investiga o desvio de remédios da rede pública para hospitais privados. São produtos para tratamento de câncer e de pacientes transplantados, cujo preço unitário pode chegar a R$ 6,3 mil. São investigados dois hospitais estaduais, 15 particulares e duas distribuidoras. Em um mês, houve a apreensão de 61 caixas de Avastin, MabThera e Glypressin, avaliadas em R$ 200 mil. Suspeita-se que eles tenham sido furtados ou roubados de dois hospitais públicos da capital paulista. As distribuidoras receberiam os produtos e os revenderiam à rede privada por preço inferior ao de mercado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

"A negociação era feita em pequenas quantidades e, em muitas situações, as compras ocorriam por meio de um portal de vendas de medicamentos que anunciava e o hospital interessado fazia a compra", explicou Gustavo Ungaro, presidente da Corregedoria-Geral da Administração, vinculada à secretaria. Remédios foram identificados em pelo menos quatro hospitais. A confirmação, segundo Ungaro, ocorreu em um estabelecimento da capital, outro da Grande São Paulo e em dois de Brasília. "Consultou-se o fabricante e se comprovou que, de fato, aquele remédio foi adquirido pelo Estado de São Paulo para uso na rede pública." Também são investigadas unidades no Rio.





Fonte: Terra

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