Tania Patriota mantém união peculiar com o chanceler brasileiro
"Isso é que é um ninho vazio!", começava, em 2007, a nota no boletim que segue o movimentado mundo diplomático de Washington. O ninho em questão era a casa do então embaixador do Brasil nos EUA, Antonio Patriota. Quem relata é Flávia Marreiro, repórter da Folha em Caracas.
O comentário tinha algo de reprimenda ao caráter intermitente da presença de sua mulher, Tania Cooper Patriota, na capital americana -uma heresia no script tradicional da diplomacia.
Quem organizaria o brunch? Um chá? Azeitaria os contatos sociais da representação brasileira?
No 7 de Setembro daquele ano, Tania ofereceu uma recepção. Distribui sorrisos e acarajé. Mas quase todo o tempo ela passava no Haiti, onde era representante do Fundo de Populações da Nações Unidas (UNFPA).
De lá para cá, a história de Tania ganharia contornos dramáticos --ela enfrentou o megaterremoto haitiano. E se incrementariam, em tese, suas responsabilidades protocolares: seu marido virou chanceler.
Leia a íntegra desta história na edição desta segunda-feira da Folha, disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL.
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