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Tecnologia
Sexta - 28 de Abril de 2017 às 06:26
Por: Carla Monteiro/Veja.com

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Interatividade da realidade virtual deixa as sessões mais lúdicas e estimulantes (Brainn/Divulgação)
Interatividade da realidade virtual deixa as sessões mais lúdicas e estimulantes (Brainn/Divulgação)

Pesquisadores da Universidade de Campinas (Unicamp) apresentaram, em congresso internacional realizado no final de março, dois aplicativos de realidade virtual para smartphones voltados à reabilitação física de pacientes com restrições motoras (como alguém que foi vítima de um AVC, por exemplo). A proposta é usar a tecnologia como benefício de usuários que necessitam passar por tratamentos fisioterapêuticos de média e longa duração.

Foram dois softwares apresentados, o e-Street e o e-House. Ambos possuem o mesmo objetivo: simular situações do cotidiano utilizando realidade virtual. Porém, o que os diferencia são os ambientes. Enquanto o e-Street permite que o usuário explore circunstâncias do espaço urbano, como caminhar por ruas, com o e-House é possível simular situações caseiras, como andar em volta da casa ou treinar a subida e descida de escadas. “Diferentemente dos aplicativos de realidade virtual comuns, o e-Street e o e-House obedecem aos comandos físicos do usuário, o que permite a simulação de movimentos como a caminhada, por exemplo”, disse ao site de VEJA o educador físico Alexandre Brandão, um dos pesquisadores do projeto.

A equipe também desenvolveu dispositivos de apoio aos softwares. Para caminhar com o e-Street, por exemplo, o usuário coloca em seu tornozelo dois sensores que vão captar seus movimentos e transmitir seus comandos ao smartphone. De acordo com os autores da iniciativa, os primeiros testes dos aplicativos, para a reabilitação motora de pacientes que sofreram AVC, começaram em março.





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