Conexão MS-MT de caixa 2 do PT é investigada
Mais um "pepino" para o PT de Mato Grosso. Agora, a Procuradoria-Geral da República instaurou um processo para apurar o suposto caixa 2 , conforme revela A Gazeta desta quinta (8). Há uma incógnita em torno das campanhas a governador de Alexandre Cesar, em 2002, e de Serys Marly, no ano passado. Apesar de ambos negarem a acusação de suposto uso de uma contabilidade paralela na campanha, a ex-funcionária do ex-governador sul-mato-grossense Zeca do PT, Ivanete Leite Martins, em sua denúncia, afirma que "na eleição em Mato Grosso foram gastos R$ 200 mil com o candidato ao governo do Estado".
A acusação contra parlamentares de MS acabou respingando nos petistas mato-grossenses. Ainda não se sabe se foi Serys ou Alexandre que supostamente usufruira do dinheiro do caixa 2, a partir de um esquema no governo Zeca.
Reação
Serys garante que em 2006 gastou somente R$ 30 mil na campanha, enquanto o petista Alexandre Cesar enfatiza que foi candidato a governador, em 2002, no mesmo período em que Zeca disputou a reeleição. Portanto, destaca que o colega petista não poderia ajudar outros Estados, pois estava trabalhando sua campanha. Alexandre já enfrenta processo na Justiça por uso de caixa 2 em sua campanha a prefeito de Cuiabá em 2004.
Serys também reage. Alega que milita numa corrente adversária de Zeca do PT e, dessa forma, não vê qualquer ligação com suposto esquema. "Zeca é ligado à corrente Unidade na Luta, da qual Alexandre faz parte".
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