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Politica Brasil
Sábado - 07 de Julho de 2007 às 07:43

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O governador Blairo Maggi já começa a fomentar nos bastidores a possibilidade da esposa Terezinha, primeira-dama do Estado e secretária de Trabalho, Empego, Cidadania e Assistência Social, disputar uma das duas prefeituras mais importantes de Mato Grosso. Terezinha se transformou num ás nas mãos de Maggi. Ela seria espécie de um plano B diante de candidaturas insossas e desaborosas e que fazem muito barulho, patinam e não decolam.

Aos amigos mais próximos, Maggi já chegou a comentar que Terezinha poderia ser alternativa de candidatura à prefeita de Cuiabá, mas principalmente de Rondonópolis, caso o prefeito Adilton Sachetti (PR) não supere o desgaste político pelo qual passa hoje. Surge, assim, como fiel da balança. Publicamente, o casal não admite. Nas conversas informais, porém, Terezinha começa a receber apoios e incentivos.

No governo ela dita regras. Para se ter idéia, os demais secretários não resistem a uma de suas ordens. Em 2004, declarações polêmicas de Terezinha prejudicaram a candidatura do colega de partido Sérgio Ricardo, que não passou do primeiro turno na disputa à Prefeitura de Cuiabá.

Reconhecida pela determinação, a primeira-dama tem posições políticas mais firmes e decididas do que o marido. E, em meio a essas conjecturas que começam a se criar em torno das eleições municipais, fica o velho ditado de que "por trás de um grande homem, existe sempre uma grande mulher". Guarde essa frase até as eleições do próximo ano.





Fonte: RD News

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